Românticos, desculpem-me, mas o amor é uma escolha!

Se você cresceu assistindo a filmes de romance e acreditando em todas as histórias de contos de fadas que existem, sinto-me na obrigação de lhe dizer que o amor é, provavelmente, o oposto daquilo que você imagina. Não é que eu seja uma pessoa amargurada ou pessimista, sou apenas realista.

Acima de tudo, o amor é uma escolha!

Antes que você pense que isso é apenas bobagem de gente frustrada, digo que estou em um relacionamento sério, de longo prazo, muito saudável e, provavelmente, isso também se deve a minha capacidade de compreender que o amor não é o mar de rosas que muitas pessoas acreditam ou que a mídia prega.

Nem tudo são flores e declarações. O amor pode ser sim uma batalha. Porém, acima de tudo, o amor é uma escolha.

Sabe por que o amor é uma escolha? Porque amor real, de verdade, não é um sentimento, mas, sim, uma decisão consciente.

Se amor realmente fosse um sentimento, iria desaparecer em um piscar de olhos. Nós somos totalmente inconstantes. Estamos a todo momento mudando de opinião sobre quem somos, nossos sonhos, gostos, paixões e planos. Não há nada de errado com isso. Na verdade, faz parte da nossa natureza.

O amor fundamentado na escolha é muito mais forte do que outros tipos de amor. Esse amor está presente em todos os dias em que você está cansado da pessoa do seu lado, mas, mesmo assim, não desiste dela, porque sabe que nem todos os nossos dias são bons.

Esse amor é escolher a outra pessoa, mesmo depois de ter conhecido o seu lado mais escuro e presenciado suas piores falhas.

Quando seu amor por outra pessoa é baseado na escolha, você é capaz de dizer a ela que você ainda a escolherá, mesmo em meio a imprevisibilidade do cotidiano, mesmo quando as emoções ficarem confusas, quando o trabalho sugar sua disposição, quando as crianças ocuparem a maior parte do seu tempo. Quando a vida ficar difícil, quando for mais fácil estar sozinho.



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