Se a vida anda pesada, aprenda a descansar das coisas certas!

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Descanse das cobranças, dos pedidos. Relaxe e não ature. Coloque pontos finais e não volte às vírgulas e interrogações.



Onde foi que começou essa história de correria, de que é necessário estarmos sempre em movimento, criando, fazendo, acontecendo? Porque muita gente por aí levou tudo tão ao pé da letra e, a partir daí, mais do que nossos braços e pernas, nossa mente entrou nesse negócio que congestionou nosso pensamento, nossa forma de agir e de reagir às situações.

Há quem não consiga mais desacelerar. Se o faz, faz por pouco tempo, minutos ou dias. É preciso descansar, principalmente, deste mundo de coisas que cercam nossa mente.

Amontoamos fatos, momentos que se passaram há tanto tempo, juntamos na nossa imaginação o que nunca vivemos e o somamos aos medos, à ansiedade de vivências que nem experimentaremos.


A necessidade de parar está latente no semblante de muitas pessoas. Precisamos descansar nossa máquina. Nós a conduzimos para um colapso provocado, em muitos casos, por nós mesmos.

Precisamos descansar de nossos sonhos não realizados, nem que seja por alguns instantes. Descansar de muitos planos, de muitas metas, as quais talvez nem se cumpram.

Deixar de lado gente que não acrescenta, não pensar em problemas aleatórios. Se não queremos atraí-los, vamos deixá-los de lado.

A vida pede descanso do mimimi, do vitimismo, dos surtos por coisas bobas que daqui a algum tempo nem farão mais diferença. Descanse de assuntos repetidos, defina o que é importante no seu dia a dia, jogue fora aquelas energias alheias que você carrega.


E não sobrecarregue os outros. Não ponha a culpa em quem não merece e abstraia a sua culpa de tantas coisas que deram errado ou não fizeram diferença para você.

Descanse seus olhos de ver só o lado negativo. Faça o que puder fazer, seja bondoso e não aumente o que já se tornou demais para quem está ao seu lado.

Descanse das cobranças, dos pedidos. Relaxe e não ature. Coloque pontos finais e não volte às vírgulas e interrogações.

Dê um tempo para a dor e o desamor, e um limite para a solidão. Só nunca se canse de ser feliz.

 

Direitos autorais da imagem de capa: Gabriela Guerino/Pexels.

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