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Se deixar “a vida levar”, seu relacionamento acaba!

Diante da rotina, a busca pela estabilidade financeira, a corrida pelo sucesso profissional – muitas vezes – fazem com que o relacionamento seja colocado num contexto decorativo – um aquário.

Ele existe, está lá, você olha toda hora, mas não percebe que ele necessita de cuidados básicos: limpar a água e o vidro, alimentar os peixes, regular o PH.



Fica claro que você tem de se dedicar diariamente ao seu relacionamento? Nem sempre. Começam os silêncios intermináveis, as discussões longas por questões cotidianas, gelam os carinhos e as duas histórias que caminhavam paralelas, começam a encontrar rotatórias. O que – a princípio era apenas um espaço definidor de território, tornam-se canteiros e, sem perceber, a sua pista torna-se única e vê que surgiram novas faixas marginais.

O que essas duas metáforas estão nos dizendo: que o relacionamento necessita de atenção full-time, baseadas no diálogo constante sobre todos os temas que envolvem as duas pessoas e o casal; os carinhos; as gentilezas; os planos para o futuro; o lazer a dois, familiar e com amigos.

Desse modo seu relacionamento fica blindado de influências externas (talvez até familiares, amigos, estranhos que possam servir de pedras para o bem-estar e harmonia do casal).

Meus pais foram casados por 49 anos e 11 meses, pude contemplar discussões. Minha mãe falava alto; meu pai ouvia calado, quando ela terminava, ele falava baixo, pouco e fim. Pouco tempo depois, estavam lá de papinho e brincadeiras. Quando a eternidade o levou, ela adoeceu, emudeceu, já não falava mais alto, perdeu o brilho. Viveu ainda mais de 10 anos. E, sempre que via eu e meu marido em discussão, falava: “Conversem, exponham todas as ideias, cheguem a um denominador comum, somente aí, vão fazer as suas coisas e dormir! Eu já estou indo para o meu lugar.” Afastava-se, ia para o seu quarto e lá ficava até que um de nós a procurasse.


Quanta sabedoria de vida! Minha mãe estava SUPER adequada em seu posicionamento. O tempo pode ferver num casal, o volume pode ser alterado, as palavras podem subir e descer de nível, mas o alicerce do casal devem manter-se inalterado, porque apenas a VERDADE do AMOR garante a estabilidade da união.

Aprendi com meus pais. Aprendi com a vivência. As ciências do comportamento e da saúde mental ensinam que apenas 3 atitudes cotidianas podem salvar seu relacionamento:

Atitude 1: diálogo constante.

  1. Expor as dúvidas, as inquietações, os receios diários, viabilizando que o outro possa ouvir e enxergar de fora as suas questões, desse modo pode sugerir análises e posturas oportunas.
  2. Sobre a vida pessoal: expectativas, planos e metas, receios.
  3. Sobre a vida a dois: planos, sonhos, os desejos, as dúvidas.

Atitude 2: autenticidade.

  1. Ser você mesmo sempre, expondo a sua verdade, flexibilizando-se para evoluir.
  2. Respeitar o seu espaço e o espaço do outro, para que ambos possam dialogar e compartilhar as verdades individuais.

Atitude 3: criatividade.

  1. Para ser livre ao lado da pessoa escolhida.
  2. Para ser livre, longe da pessoa escolhida.
  3. Para surpreender e ser surpreendido consigo mesmo, com o outro e a dois.

Talvez você conheça alguém, ou um casal que precise conhecer estas dicas. Faça isso, compartilhe!

Abraços Motivadores da Melcina.


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Direitos autorais da imagem de capa: maxriesgo / 123RF Imagens

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