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Se tira a minha paz, não permanece em meu caminho

Se analisarmos que nada vale o nosso sossego e o sofrimento que essas circunstâncias causam, optamos por romper com tudo.



Nem tudo que tira a minha paz arranco do caminho, mas se posso me livrar, faço-o com orgulho. É um sentimento que vicia.

Ter coragem de nos desfazer de compromissos, manias, amizades, convivências que não nos fazem bem é “pior” que comer Bis. Sou daquelas que abrem a caixa e vão até acabar.

É difícil, no começo, a decisão: seguir agradando a A ou B versus ter a paz de volta. Mas, se analisarmos que nada vale o nosso sossego e o sofrimento que essas circunstâncias causam, optamos por romper com tudo.


Então construímos um muro com forte segurança ao redor de nós mesmos. Melhor atitude da vida! Acreditem!

Se tira a nossa paz, como alguns dos exemplos abaixo, está fora desse muro:

  • Pessoas que estão em nosso círculo de convivência.
  • Familiares tóxicos.
  • Hábitos.
  • Compromissos que nós mesmo marcamos, praticando a famigerada autossabotagem.
  • Decisões que tomamos em horas indevidas.

Dividindo um pouco sobre minha jornada, para seguir exemplificando:

Em 2016, deixei de lado o futebol. Eu era daquelas que brigavam, desfaziam amizades. Cheguei a torcer por times rivais só pela zoeira. Achava que me divertia. Mas, na verdade, futebol era das coisas que tiravam a minha paz. Aproveitei umas decepções e virei a página!


Outro exemplo que posso dar: eu me obrigava a conviver com uma pessoa só para agradar a outra. E ia me ferindo, me magoando, me chateando. Engolia sapos, aturava, fazia cara de paisagem. Outras vezes, brigava com quem eu queria agradar, justamente por causa dessa pessoa. Então, na última mágoa que essa pessoa me causou, eu a tirei da minha vida.

Não falo mal, não abomino o que faz. Para mim, essa pessoa virou um poste de rua. Tive que explicar a quem eu agradava que não estava me fazendo bem. Assim, conversando muito, essa outra pessoa entendeu. E a paz reinou!

Um último exemplo: tive emprego que me pagava bem, mas eu não tinha mais paz. Há quem diga: “Nenhum crachá vale um AVC.” Concordo e complemento: nenhum crachá vale um distúrbio psicológico. Então me demiti e foi ótimo!

Sabe, a nossa vida tem de ser como o muro que mencionei. Nosso amor-próprio deve berrar a cada situação, pessoa, escolha ou o que for. Se tira a nossa paz, devemos estar prontos a tirar da nossa vida.

E nada de sentimento de culpa por isso. É pesado carregar consigo a angústia, a decepção, a mágoa e tudo de ruim que traz algo que nos leva a paz. É preciso coragem para se livrar disso e, ao se livrar, verá que foi melhor assim.

Precisamos pensar mais em nós, em nosso bem-estar. Vamos nos sabotando, nos anulando em prol do outro. Não podemos permitir que a felicidade alheia seja mais importante que a nossa. É assim, agradando aos demais e nos deixando de lado, que as mazelas chegam até nós.

Construa seu muro hoje mesmo, coloque forte segurança nele e não permita que ninguém o derrube!

 

Direitos autorais da imagem de capa: William Christen/Unsplash.

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Texto escrito com exclusividade para o site O Segredo. É proibida a divulgação deste material em páginas comerciais, seja em forma de texto, vídeo ou imagem, mesmo com os devidos créditos.




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