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Se você não resolver agora, você irá se odiar depois!

Essas situações são muito comuns:



1. Às vezes, fica um mal entendido não resolvido.

2. Sentimo-nos mal e não falamos.

3. Vemos que temos que resolver e deixamos para depois.


4. Preferimos deixar para lá e esquecer, do que encarar a realidade.

5. Decidimos mudar, para não enfrentar ou persistir.

Você está passando por alguma dessas situações nesse momento?

Se você não resolver agora, você irá se odiar depois!


Sei que essas opções são tentadoras. Por que não, empurrar o problema para debaixo do tapete? Por que não encontrar culpados e não nos responsabilizar pelo que temos na vida?

É tão melhor! Não é mesmo? Não.

Frustração é algo que todos nós temos e precisamos aprender a lidar na nossa vida, porque a vida é um constante resolver problemas, ou, se preferir, desafios.

Tolerar a frustração em uma situação, implica suportar contradições, demoras, contratempos que o impedem de satisfazer seus reais desejos e necessidades. Se não for no tempo e da forma que você quer, parece terrível, desagradável e incômodo. E aí você pode acabar tendo alguma das respostas que coloquei lá em cima. Não que elas estejam de todo erradas.


Às vezes, você escolhe não resolver – é assim que você quer que termine a situação. Às vezes, você não quer falar, porque não quer alimentar o sentimento negativo. Às vezes, você realmente pode resolver depois e pronto. Ou prefere deixar pra lá ou mudar, afinal, não era tão importante assim.

Não é disso que eu estou falando. Estou falando de coisas que realmente são importantes para você. Com o que é, de fato, significativo, é preciso flexibilidade para lidar com as situações. Essas falsas saídas, que dão sensação de alívio, não resolvem.

Às vezes, somos impulsivos, falta paciência e calma. Agimos de forma automática, pá-pum, falta reflexão e agir com mais cuidado. Se houver frustração ainda, saiba que isso não diz nada sobre você. É importante lidar com isso: nem sempre temos tudo o que queremos. Às vezes, realmente acontece, às vezes não. Pode ser doloroso, mas faz parte.

É melhor a dor da persistência no objetivo – seja ele resolver uma briga em um relacionamento, seja buscar a sua verdade, por exemplo, na carreira; do que se arrepender por não ter dado o seu melhor na direção da sua verdade.


O modo como o outro nos trata é problema dele, o modo como reagimos é problema nosso.

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