amor proprio

Para sermos felizes precisamos de uma série de coisas.



Essas mesmas coisas precisam (sim!) ter uma ordem. E a primeira coisa que precisa ocorrer dentro de nós é o amor próprio.

Sim, exatamente. Pode parecer meio clichê, mas se amar deve vir sempre em primeiro lugar.

Vou te dar umas razões para você refletir sobre isso:



1. VOCÊ COM VOCÊ MESMA

Nosso maior inimigo somos nós. Nos impomos barreiras, medos e regras. O porquê disso não interessa, mas o fato é, quando você se ama, consegue conviver consigo mesmo melhor (e mais tempo). Autorreflexão é muito importante. Que opinião você tem sobre si mesma? Seja franca consigo e pense a respeito dessa questão. Tente não ser dura demais em suas autocríticas e nem se elogiar loucamente. O segredo é se perdoar de vez em quando e se impor uns desafios para não ficar tudo muito chato.



2. VOCÊ COM O OUTRO

A maior verdade universal sobre qualquer relacionamento é: se ame primeiro para amar alguém depois. Mas veja bem, não estou falando de priorização. Entenda a diferença! Quando eu digo se amar antes de amar o outro, significa se respeitar e conhecer os seus limites. Sim, pois o coração também tem limites. Decepção tem cota e chorar demais faz mal. Se você começa a se anular e pensar (ou amar) somente o outro, você abre um parênteses no seu coração. Mas o parênteses nunca pode ser maior que a própria frase.

O fim do relacionamento dificilmente não terminará em mágoa, pois você vai sentir falta de amor. Só não entenderá que parte desse amor que você dedicava ao outro, deveria ter sido direcionado para você. Como é possível amarmos e sermos amados (pelos outros), se por dentro não conservamos esse sentimento por nós mesmos? Não confunda com orgulho, o auto amor nos ajuda a ver quando estamos sendo sufocados e, com o fim do relacionamento, ele nos ajuda a não sofrer tanto. Ajuda a entender que 50% da culpa é nossa, mas os outros 50% são do outro. O auto amor é necessário para mantermos nossas opiniões (e sanidade) num relacionamento a dois.



3. VOCÊ COM O MUNDO

E como amor não enche barriga, vamos às outras relações que estabelecemos durante a nossa vida. Trabalho, por exemplo. Aí o auto amor se aplica em aceitar suas limitações e, ao mesmo tempo, nos impulsionar em busca de novos desafios. Ninguém convidou você para vir nesse mundo. E se você está aqui, terá que dançar conforme a música. Para termos um bom emprego é preciso mais que uma boa qualificação acadêmica.

É preciso buscar. É preciso se submeter muitas vezes à situações que irão sim te deixar desconfortável, ou desafiar muito da sua capacidade. É preciso arriscar. E quando você perceber que no seu emprego você está sendo exigido demais, o auto amor serve para ponderar e falar sobre isso com seu superior. Um salário melhor ou uma distribuição diferenciada de tarefas. Ao mesmo tempo, o auto amor preserva nossos empregos no momento do desespero. Quando estamos tão exaustos, que cogitamos pedir demissão, aquele grilinho aparece e fala lá dentro de você: você pode se dar a esse luxo?

Chame de auto amor, de consciência, não importa. A medida dele que é muito importante. Nem demais e nem de menos. Se não, tudo desanda e o caldo entorna. Seja coerente consigo e pense muito sobre você, e se você realmente se ama. A pessoa bem sucedida não é aquela que tem tudo, mas sim aquela é feliz com o que tem.


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Por: Thais Duarte – Via: Superela

O que os cafajestes da tua vida te ensinaram?

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