4min. de leitura

Sempre acreditei na magia do Universo…

Eu, você e o Big Bang … Sempre acreditei na magia do Universo…

Sempre acreditei na magia do Universo, de como ele traça caminhos, algumas vezes difíceis outros fáceis demais, mas sempre mantendo uma chama mágica em tudo o que passamos.


Talvez, por ser uma sonhadora nata que vive muito mais a realidade onírica do que a desperta, eu consiga sentir o poder invisível da fantasia sempre me rodear.

Os psicólogos diriam: Andrea, você usa essa realidade como válvula de escape, é preciso ficar mais com os “pés no chão”.

Eu responderia: O problema é que não são somente os “pés”…


Não estou ligando se é ou deixa de ser válvula de escape, simplesmente amo viver no “mundo da lua”.

Estar sempre “flutuando” entre o “lá” e o “cá” me possibilita desfrutar de encontros que me fazem dizer, mesmo estando acordada, será que não estou sonhando?!

Como é gostosa a sensação de nunca saber a resposta para essa questão. Na verdade, ela não precisa ser respondida.

Desejo apenas aproveitar esse sentir que pode ser comparado com a primeira mordida em um cupcacke de brigadeiro. Daquelas mordidas que deixam os lábios cheios de chocolate.


Sinto que até minha alma saltita de alegria, como se ela pudesse sair de mim e comer ao meu lado o restante do cupcacke e falar: Que delícia!

Sou assim! Uma sonhadora, daquelas que compra um monte de balões para amarrar nos braços acreditando que, se o vento estiver a favor, eu voarei.

Mas caso não esteja nem ventando, escrevo meus desejos em cada um dos balões e os solto para que o Universo possa realizar alguns deles.

Eu que jurava ter sentido o mais sublime de todos os sentimentos, fui arrebatada por uma emoção, se é que o amor possa ser definido apenas como isso, que transcende minhas realidades.

Um coquetel de felicidade misturado com uma adrenalina, que ao mesmo tempo que acelera meu coração, acalenta-o da forma mais envolvente e doce que pode existir.

Fui embriagada por essa sensação que ainda procuro significados, mas cheguei à conclusão de que amar é renascer em vida.

É sentir o pulsar do Universo vibrando com harmonia em todo o meu ser. É sentir um, mesmo sendo dois.

É deliberar sempre a favor da eternidade, pois somente o que não tem fim é capaz de definir o amor.

É saber que assim como o Taj Mahal foi criado em memória do grande amor do imperador Shah Jahan, o Big Bang foi a maneira mais espetacular de explicar o que acontece quando duas forças fazem amor.


Direitos autorais da imagem de capa licenciada para o site O Segredo: bialasiewicz / 123RF Imagens





Deixe seu comentário

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site.