Lei da AtraçãoMensagem de Reflexão

Como é a sensação de ser como queremos ser?

Eu não ganho e então me sinto vitoriosa.



Eu me sinto vitoriosa e então ganho, vivenciando a vitória.

Eu não ganho um prêmio e me sinto feliz. Eu fico feliz e então ganho o prêmio.

Ao jogar cartas apenas percebendo como funciona a Lei da atração, minha noção de como as coisas acontecem aprimorou-se muito.


Porque não importa se é virtual ou não: funciona com tudo e todos e todo o tempo.

Já tinha lido que “não há ordem de dificuldades em milagres”, o que equivale ao que Abraham diz sobre criar castelos e botões e que são o mesmo….mas daí a vivenciar isso…uau!

A palavra “milagre” aqui nada mais significa do que “criação”. Pois milagre não é apenas cura. Doença também é. Qualquer coisa criada é um milagre.

Tudo começa em nossa imaginação e sentimentos, o que comumente é chamado de “em nosso espírito”.


Abrir os olhos e ver os milagres criados é indescritivelmente belo quando compreendemos isso pois não estamos mais à mercê dos eventos que fitamos.

Sabemos agora como criar nosso caminho em paz e segurança. Sabemos que “lá fora” há todo tipo de “perigos” mas que só vivenciaremos “lá fora” o que colocarmos “aqui dentro”.

O que estamos colocando hoje enquanto fitamos o que colocamos ontem se desenrolando na nossa cara?

“Mas Rose, veja o meu problemão….como não ver?”


Treinando. Treinando pensar em como seria se ao invés de ser assim fosse “assim-assim” como preferimos. Até sentirmo-nos GRATOS pelo que imaginamos. Até que não importe mais o que esteja acontecendo porque já pensamos tanto em como preferimos que não nos enterramos mais emocionalmente com “o que está aí”.

E não pensem que o Universo não responde. Responde e diretamente. Rapidamente. Precisamente. Assim como as orientações de nosso interior são perfeitas e precisas. Claras. A gente é que por não acreditar…complica ou não crê.

Como é a sensação de SER como queremos SER?

Quando li “Desperte o gigante interior”, de Anthony Robbins, em certo momento ele dizia que ficara com os olhos mareados, quando em uma de suas palestras, sobrevoando o local preocupara-se com o intenso trânsito engarrafado que poderia fazer com que as pessoas que estavam indo ao seu evento chegassem atrasadas….para então perceber que o engarrafamento era formado justamente pelas pessoas que iam…ao seu evento!


Ele pensara e sentira GRANDE e estava vivenciando com sobras seus desejos. Ele soubera usar a sua imaginação e se entregar a cada agora, ao melhor que podia enquanto as imaginações passadas ainda estavam desdobrando-se. Foi alinhando dia-a-dia, momento a momento, circunstância a circunstância.

Assim como Louise Hay, que a cada instante está presente e realinhando o que emite.

E nós? Estamos fazendo isso?

Rosely Mariah


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