Ser consciente faz toda a diferença! – escolho sintonizar-me na melhor frequência!

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Ser consciente de que tudo isso são escolhas que faço, e que sou eu quem comanda.

Eu sou a entidade criadora da minha vida, e escolho sintonizar-me na frequência que mais me beneficia neste momento.



Antes achava que era na ausência de pensamentos que se encontrava o maior poder, o meu maior grau de concentração e potencial.

Tive esta ideia errada quando comecei a meditar. Por vezes, ficava tão frustrada pela quantidade de pensamentos que assolava a minha mente em 15 minutos, que achava que aquele tempo não tinha valido a pena.

Às vezes parece rápido demais, receber tantos flashes de ideias, memórias, opiniões, conversas comigo mesma que eu nem comecei, e que simplesmente fluíram por si mesmas.


A mente é uma máquina que parece nunca deixar de trabalhar. Está sempre a receber novos pensamentos que nos causam toda uma escala de emoções. Tudo fica armazenado, e é reproduzido até enquanto dormimos, como um filme de tudo o que temos pensado ultimamente.

Como parar? Não dá. Porque não somos nós que criamos os pensamentos. Os pensamentos nem sequer representam quem somos! Nós somos apenas testemunhas, receptores do que é pensado.

A lição mais valiosa que aprendi com Eckhart Tolle é que eu não sou os meus pensamentos.


Na verdade, eu sou a entidade que recebe os pensamentos. Estou numa frequência que me permite receber aqueles pensamentos, e eles refletem o que me tenho permitido atrair na vida, mas eles não são eu.

Eu sou a entidade que recebe, que perceciona a vida. Isso significa que não sou a minha história de vida, o meu status social, a minha família, a minha conta bancária, o meu emprego, etc. Não sou nenhuma dessas coisas e essas coisas não representam quem eu sou, porque são coisas. E eu sou energia acima de tudo.

Eu sou, eu existo – ponto. A partir desta premissa, escolho aquilo que quero viver, mas tudo isso é temporário. A única coisa eterna é a consciência.

Se sou consciente que posso criar, então óbvio que vou escolher aquilo que me agrada, inspira e move. Vim para experimentar a vida a partir de uma perspectiva mais específica, a partir da extensão física.

Os pensamentos são a primeira evidência do que estou a criar. Sintonizando-nos numa vibração e recebemos aquilo que condiz com ela: pensamentos, emoções, conversas, pessoas, acontecimentos, impulsos para agir.

Mas a partir do momento que queremos começar a criar uma vida mais próspera, temos como principal missão acabar com os velhos padrões: sendo o principal o vício do pensamento negativo.

Bom, eu não conheço ninguém que tenha eliminado por completo o pensamento negativo das suas vidas. Isto porque não podemos eliminar nada pois vivemos num Universo baseado na atração. E também porque, se estivéssemos felizes o tempo todo, isso significaria que não tínhamos mais nada a pedir, mais nenhum desejo – e assim perderíamos o nosso propósito de vida aqui na Terra: expandir.

Por isso, selecionar a vibração que queremos emitir é uma tarefa constante. Exige foco, porque teremos sempre os pensamentos positivos e os negativos, e a escolha é sempre apenas nossa.

Podemo-nos deixar influenciar, sim, mas podemos aprender com a experiência. Já todos fomos esponjas, absorvendo energias de tudo e todos, e a nossa vibração perpétua tornou-se um misto confuso, e assim também ocorreu com as experiências vividas – a maior parte das vezes eram uma mistura de energias boas e más.

O objetivo será, então, estarmos mais inclinados para o lado positivo que para o negativo. Mais para o lado da gratidão, que da reclamação. Mais para o lado da prosperidade, que da escassez. Mas a decisão é sempre nossa.

Ligando o nosso foco e permanecendo alertas do que pensamos várias vezes ao dia, permite-nos discernir com mais clareza se aqueles pensamentos nos estão a beneficiar, ou se nos estão a limitar.

Entendi com a prática da meditação ao longo de todos estes anos que ser sensível às minhas emoções e pensamentos é o mais importante.

Ser consciente de que tudo isso são escolhas que faço, e que sou eu quem comanda.

Eu sou a entidade criadora da minha vida, e escolho sintonizar-me na frequência que mais me beneficia neste momento.

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Direitos autorais da imagem de capa: NejroN / 123RF Imagens

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