Siga estas 8 dicas certeiras e pare de culpar Santo antônio!

7min. de leitura

Que tal dar um jeito na sua vida afetiva e parar de culpar Santo Antônio?

Brincadeiras à parte, as relações afetivas estão cada vez mais difíceis, você não acha?



Mas qual o motivo desta constatação?

Na minha rotina de trabalho vejo isso diariamente. Pessoas que sofrem em qualquer tipo de relação, seja afetiva, social, de trabalho…

Quais pessoas sofrem nas relações? As pessoas que:

  • acreditam que os demais se comportam como ela se comporta;
  • criam expectativa que as relações sejam como uma via de mão dupla, tudo que vai volta na mesma intensidade;
  • se doam demais, procurando agradar a outra pessoa, por vezes dando mais importância ao outro do que a si mesma;
  • procuram controlar tudo e acreditam que tudo vai sair do jeito que planejou;
  • por se decepcionarem de alguma forma, não acreditam mais nas relações e não dão chance para que ninguém se aproxime;
  • possuem baixa autoestima e deixam o ciúme e o controle comandar a forma de se relacionar com os demais;
  • querem se relacionar com pessoas idealizadas e não com as pessoas como elas realmente são;
  • acreditam que aquele comportamento que acha ruim no outro, vai mudar no futuro para melhor, “vai passar”;
  • são carentes e se sujeitam a ficar em relacionamentos abusivos por terem crenças limitantes como: “todas as pessoas são assim”, “não vou conseguir coisa melhor”, “melhor com ele/ela do que sem”…
  • não sabem viver sozinhas, pois ficam reféns de “qualquer” relação, seja saudável ou não.

Quais as pessoas que nem percebem e afastam os demais? Que não são consideradas as melhores companhias e são deixadas em segundo plano? E que muitas vezes acreditam que a culpa é do outro das relações não persistirem?

  • as pessoas negativas, que vivem reclamando e se fixam em problemas, tornando-se chatas sem nem mesmo perceber;
  • as pessoas exclusivistas que querem o outro só para si e acabam isolando a relação;
  • as pessoas controladoras que querem sempre direcionar a vida do outro, sempre sabem as soluções e os melhores caminhos para o outro seguir;
  • as pessoas irritadas, com flutuações de humor;
  • as pessoas que se colocam em primeiro lugar e acreditam estar sempre certos;
  • as pessoas que não tem opinião própria e deixam sempre a outra tomar as decisões;
  • as pessoas que julgam o que os demais “queriam dizer com isso ou aquilo”;
  • as pessoas que querem viver a vida do outro;
  • as pessoas que se dizem “muito sinceras”, mas acabam passando por grosseiras;
  • as pessoas “brincalhonas”, mas que acabam passando por sarcásticas;
  • e, algumas outras que você pode lembrar…

O que fazer para estabelecer relações justas, equilibradas, que realmente nos fazem bem?

  • Aprenda a viver sozinho, a gostar de si e da sua própria companhia. Apenas quem se ama, pode amar ao outro. Pessoas com autoestima adequada, seguras, bem resolvidas são excelentes companhias!
  • Cultive a positividade, cérebros positivos são mais perceptivos, mais empáticos, têm mais resistência à frustração e a tomada de decisão se dá pela inteligência emocional, aliando razão e emoção.
  • Elimine as reclamações e a negatividade, seja uma pessoa mais positiva, mais leve, cultivando gratidão pelo que tem, ao invés de reclamar pelo que não tem.
  • Trabalhe sua autoestima, se dê o devido valor, aí o ciúme, a inveja, o egoísmo ficam longe de você!
  • Ao deitar seja grato a vida, cuide de você e do seu cérebro, aí sim, seu despertar vai ser equilibrado e o humor vai ficar bem melhor.
  • Na comunicação, apenas ouça e não interprete como você quer. O grande mal das relações é a “bola de cristal”. O outro não tem bola de cristal! Não imagine que a pessoa “vai perceber”, “deveria saber”… Que a pessoa fez “cara disto ou daquilo”, que você sabe bem o que quer dizer aquela expressão… Tudo isso não deixa de ser apenas delírio de sua parte. Se o outro bocejou, não quer dizer que é por achar você chato (pode até ser ehehehe!) mas, quando tiver dúvida pergunte. A princípio a pessoa boceja por estar com sono, por faltar a devida oxigenação, ou porque o outro está bocejando.
  • Seja sincero, mas com empatia. Coloque-se no lugar do outro! Há muitas formas de falar, de se expressar, busque a mais adequada para o momento. Não seja um elefante numa sala cheia de cristais!
  • Não crie expectativas, reveja suas crenças, seja mais transparente, dando a oportunidade do outro saber o que você está sentindo, o que você espera, o que você quer da relação. Contratos claros devem ser estabelecidos em qualquer relação. Amigos precisam saber que, se você fala que não vai sair com ela é realmente isso que se quer dizer, não existe nada implícito, subjetivo, escondido.

Se você seguir as dicas sua vida fica bem mais leve, você fica mais feliz e com certeza, será uma companhia muito melhor.


Vamos facilitar nossa vida e a dos demais na vida da gente. Nosso foco precisa ser em achar soluções e não buscar problemas.

Eu acredito que a positividade transforma, por isso utilizo sempre nos meus trabalhos #positividadetransforma. Afinal as químicas boas estão presentes quando ativamos as emoções positivas como alegria, gentileza, gratidão, perdão, humildade, amor… Pessoas com as emoções negativas em alta como negativismo, raiva, medo, culpa, preocupação, inveja, são pessoas que normalmente se queixam das relações interpessoais.

A dificuldade está sempre em nós. Nós somos responsáveis por construir relações saudáveis em nossa vida!


Abraço carinhoso!

Isabel

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Direitos autorais da imagem de capa: pressmaster / 123RF Imagens

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