Sinais de que você tem um distúrbio de ansiedade, de acordo com o Dr. Drauzio Varella

Sempre presente em programas de TV, rádio e também na Internet ele compartilha com toda a população informações médicas com muita simplicidade, e vez por outra também transmite mensagens reflexivas sobre o comportamento humano e a vida em sociedade.

Ele é acompanhado por milhões de brasileiros e por isso constantemente trabalha em suas plataformas online temas de relevância nacional. Recentemente, Drauzio fez uma publicação em seu site que mostra sinais de distúrbio de ansiedade.

Na publicação, ele diz que 20% das mulheres e 8% dos homens apresentarão distúrbios de ansiedade em algum momento de suas vidas, e que as crises costumam durar seis meses ou mais.

Também explica o que é o distúrbio de ansiedade: “compreende várias condições clínicas que evoluem de forma diferente e exigem tratamento específico. Entre elas, destacam-se: síndrome do pânico, ansiedade generalizada, estresse pós-traumático, estresse agudo, fobias específicas, fobias sociais e distúrbio obsessivo-compulsivo.”

Drauzio também coloca em sua publicação informações elaboradas por W. Levinson e C. Engel para orientar médicos clínicos no diagnóstico dos distúrbios mostrados acima. Essas informações podem ser uma indicação de que você pode ter, ou não, um distúrbio de ansiedade.

Ele apresenta os sintomas e nos orienta a verificar se nos identificamos com elas. Confira abaixo e faça o teste:

Ansiedade generalizada:

  • Você se descreve como uma pessoa nervosa?
  • Anda o tempo todo preocupado?
  • Vive tenso ou tem muita dificuldade para relaxar?

Distúrbio de pânico:

  • Já teve ataque súbito de taquicardia ou de medo intenso, paralisante?
  • Já sentiu crises de forte ansiedade ou nervosismo insuportável que podem chegar ao medo de ficar louco ou à sensação de morte iminente? Algum acontecimento parece disparar essas crises?

Agorafobia:

  • Você já faltou a atividades importantes por medo de permanecer em espaços abertos?

Fobia social:

  • Você se inclui entre as pessoas que têm medo exagerado de serem observadas ou avaliadas por outras e fazem o que podem para não comer, falar ou escrever na frente dos outros temendo sentirem-se embaraçadas?

Fobia específica

  • Algumas pessoas experimentam medo incontrolável de altura, de avião, de elevador, cobras, morcegos, aranhas, baratas, mariposas e outros insetos. Você tem algum tipo dessas fobias?

Obsessão

  • Algumas pessoas são invadidas por pensamentos tolos, desagradáveis ou atemorizadores que se repetem sem cessar. Por exemplo: temem ferir sem intenção uma pessoa querida; sofrem desproporcionalmente por medo de que algo ruim possa acontecer a um ente amado; angustiam-se só em pensar que, um dia, possam gritar obscenidades em público, fazer gestos impróprios na presença dos outros ou contaminar-se com germes mortais. Algo assim já perturbou você?

Compulsão

  • Algumas pessoas ficam muito perturbadas por não verificar, a todo instante, se o forno está desligado, a porta fechada, os documentos no bolso, as luzes apagadas. Outras lavam as mãos a cada dez minutos, ou contam números sem parar. Isso tem sido problema para você?

Estresse agudo e estresse pós-traumático

  • Você viveu ou presenciou algum acontecimento traumático, no qual sentiu a vida em perigo? Ou viu alguma pessoa nessa situação? O que aconteceu?

Tratamento

Dr. Drauzio faz uma síntese sobre o que são os distúrbios de ansiedade, e em seguida explica o tratamento para essas condições de saúde, afirmando que existem medicamentos específicos e tratamentos psicoterápicos para cada tipo de caso, que podem ser de grande utilidade para aqueles que convivem com esses distúrbios.

Os distúrbios de ansiedade são provocados por desordens do sistema nervoso simpático, que libera, na circulação, quantidades inadequadamente altas dos hormônios envolvidos na reação de estresse.”

Aqueles que apresentam casos de sintomas mais leves, recentes e que não interferem tanto na rotina são aconselhados a buscar tratamento psicoterápico exclusivo, no qual é mais utilizada a técnica da terapia comportamental cognitiva, que se baseia na exposição do paciente a estímulos potencialmente criadores de estresse, garantindo situações de segurança que evitem respostas fóbicas.

O tratamento farmacológico é mais longo, durando de seis a doze meses, contados a partir do desaparecimento dos sintomas e, depois, descontinuado em doses decrescentes. Em casos especiais, a medicação pode ser mantida por muito mais tempo.

Você identificou algum desses sintomas em si mesmo? Pode ser a hora de buscar ajuda profissional para começar a curar-se e alcançar uma nova realidade de vida!

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Direitos autorais da imagem de capa: Site oficial Dr. Drauzio Varella



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