Só podemos ensinar sobre o que vivemos são as nossas experiências a melhor matéria na escola da vida!

Nosso mundo tão pequeno…

Só podemos ensinar, com 100% de confiança, sobre o que vivemos, sobre o que sentimos. São as nossas experiências a melhor matéria na escola da vida.

Nenhum de nós possui conhecimento supremo, são os nossos estudos que facilitam o entendimento.

Só entende de dificuldades aquele que também  as provou.  Especular sobre conselhos, todos nós especulamos, parece que conhecemos de fato como resolver tudo que está fora do lugar.

Mas a questão não é resolver e sim a nossa intenção de fazê-lo; sem bem intencionados, o esforço torna-se válido.

Ficamos insatisfeitos e inconformados quando não conseguimos fazer o que gostaríamos, quando nos sentimos amarrados, travados num mesmo lugar. Nesse processo instala-se o tal desânimo, o cansaço emocional. Céu e inferno são estados pessoais e não lugares, assim nós os identificamos de acordo com as nossas ações.

Viver nada mais é que aprender ininterruptamente, superar medos, confrontar os lobos interiores. É somente praticando uma ginástica emocional que estaremos aptos e vigorosos.

Precisamos, inclusive, aprender a equilibrar nossa mente e corpo, ambos necessitam um do outro.

Emoções são sempre exageradas, são vedetes desavergonhadas, mostrando pernas nuas. São intoxicações voluntárias e precisamos aprender a reconhecê-las e freá-las.

O que fazemos da nossa vida não é só da nossa conta, interfere na vida dos que nos cercam. Vivemos em sociedade, numa colmeia e todos devemos ser construtores. Levar palavras positivas adiante, faz com que energias iguais circulem à nossa volta, proporcionando melhor estado de espírito geral.

A dor do outro nos afeta, pois infelicidade é contagiosa. As nossas até podem parecer piores e maiores, mas não são.

Vivendo um cotidiano de descaso, nós nos enroscamos em sentimentos descabidos, gerando uma falsa sensação de conforto.

Nosso comportamento fala por si só, traz uma doce certeza de dever cumprido, quando nos comprometemos a fazer o bem, sermos melhores.

O desânimo tem gosto amargo, não combina com o frescor de nossa alma solícita.

Boas ações preenchem vazio absoluto, deixamos de olhar para o nosso próprio umbigo com tanta propriedade.

Nossa colheita será promissora se soubermos onde, quando e como plantar nossas sementes.

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Direitos autorais da imagem de capa: byheaven / 123RF Imagens



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