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Sobre os amores de nossa vida…

Prepare-se para ler uma das perguntas mais clichê do universo: “Já amou alguém de verdade?”, quando falo amar, me refiro ao real AMOR que existe nesse planetinha, sabe?



Não aquela sensação de estar gostando de alguém, quando te dá borboletas no estômago e você acha que será feliz pra sempre, se tiver aquela pessoa ao seu lado. Digo o AMOR pleno, verdadeiro, que não necessariamente significa ter a pessoa ao seu lado, mas sim em querer o bem, se fazer presente de alguma maneira, e ter ao menos a mínima esperança de que ela se recorde de ti de alguma forma (por menor que seja) como ao ouvir uma música, uma piada, ler um livro, quem sabe?

Enfim, os amores são diferentes dos relacionamentos. Talvez você tenha se relacionado com diversas pessoas ao longo de sua existência, mas sempre irá recordar daquele (ou daqueles) “alguém especial” que passou por sua vida, tenha sido por um breve ou longo período, e independentemente de ainda permanecerem juntos.

sobre os amores


Aliás, mais do que “estar junto” é deixar a felicidade reinar nos corações de quem amamos, embora você queira estar presente, se sinta feliz com aquela pessoa e, por mais difícil que possa parecer, o mais justo a se fazer: É deixa-la ir. Não significa que ela não vale a pena (ou a galinha inteira) e que você não esteja sendo persistente o bastante, apenas libertá-la – ou tornar livre a si mesmo –, e deixar que ela seja feliz, talvez esse seja o maior ato de amor que a estará oferecendo.

Pensava sobre isso agora (no início da madrugada, quem diria?), e também já havia refletido sobre esse fato há algum tempo. Acredito que amei verdadeiramente duas únicas vezes na minha vida, há pouco mais de uma década (pois é, passa muito rápido), e mais recentemente também. E, depois dessas experiências, não houve outra pessoa que despertasse essa mescla de emoções, que é bem complicada de se descrever. É difícil externar, verbalmente, o que se passa nos momentos dos encontros, reencontros, nos contatos do corpo e também da alma. Nas mágoas provocadas por discussões, alegrias das reconciliações e, também, nas dores causadas pelas distâncias e partidas que, em alguns casos, tornam-se definitivas.

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Porque, embora existam algumas exceções (sortudas essas), por vezes, o amor de verdade não é recíproco e, tampouco permanece em nossas vidas. Você pode encontrá-lo no início, em meados ou ao final da jornada e, o que resta, é aproveitar os momentos em que eles permanecem ao seu lado, sejam eles por toda vida, ou não…


Seja você o criador do seu mundo, o responsável, o diretor!

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