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Sobre sentir-se ridículo…

Sempre me achei meio ridícula, sabe? De verdade! Volta e meia me pego passando algum tipo de vergonha, principalmente devido ao fato de ser espontânea e por vezes, carinhosa, ou seja, uma mistura meio complicada de gerenciar, em especial nos dias atuais, onde cada vez mais você tem que ser comedido. Grande parte das pessoas finge não demonstrar o que está sentindo realmente, e o pior, ainda recomendam tal atitude.



Simplesmente não sei fingir. O que não quer dizer que eu seja indiscreta e goste de envergonhar os outros. Muito pelo contrário, sou aquele tipo de pessoa que detesta ter a impressão de estar incomodando ou deixando o outro sem jeito, especialmente em público.

O carinho é manifestado de diferentes maneiras, algumas vezes escolho por escrever uma carta, em outros apenas penso no outro, o menciono em minhas orações, ou ainda presenteio – não que tenha a intenção de barganhar nada, mas gosto de ver as pessoas felizes. Não sei se é assim com vocês, mas eu sou um turbilhão de sentimentos, e sou intensa nas relações (sejam de amor ou de amizade), sou carinhosa, mas não sou muito romântica, gosto de ficar perto, porém em determinados momentos prefiro a solidão, entretanto, em todas as situações, gosto de cuidar do próximo.

Quando falo da ridicularização, me refiro ao fato de você demonstrar os sentimentos, conversar com a pessoa sobre o que está se passando em seu coração, e sempre ser bem sincero. Entretanto é de suma importância que verifique antes, por meio de uma observação silenciosa, se esse indivíduo é digno da confiança e, caso não o seja, opte pela distância. Afinal, se ele não é confiável para suas falas, automaticamente também não é recomendável permanecer em sua companhia.


Ser ridículo, não quer dizer vivenciar relacionamentos abusivos, e muito menos significa aceitar passar por situações que lhe façam sentir desconfortável ou inseguro, muito pelo contrário, para submeter-se ao ridículo é preciso ter muita confiança em suas verdades. Consiste em aceitar abrir-se, e demonstrar ser quem você realmente é. Desprender-se daquelas amarras nas quais a sociedade nos sufoca, demanda tempo, paciência, e maturidade.

A prática leva a perfeição, e nós vamos aprendendo que encarar a vida com bom humor, não levando tão a sério algumas situações adversas, faz com que não acumulemos pesos desnecessários, em nossas almas.

O fato é que seremos ridículos, não em algum momento, mas em diversos deles que surgem em nossa caminhada, e cabe a nós encarar tais situações inesperadas com o máximo de sabedoria possível, reconhecendo que elas são fundamentais para o nosso crescimento como seres humanos.


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Texto escrito com exclusividade para o site O Segredo. É proibida a divulgação deste material em páginas comerciais, seja em forma de texto, vídeo ou imagem, mesmo com os devidos créditos.




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