Comportamento

Solteira aos 40: mulher afirma que a vida de casado te deixa com menos dinheiro e acelera o envelhecimento!

Emma conta que ficar solteira não foi um planejamento, mas que escolheu cuidar desta vida independente, criando um futuro para si mesma.



Culturalmente, existe uma grande pressão para que indivíduos adultos cumpram algumas etapas na vida, em ordem certa e dentro da idade esperada. Precisamos estudar, fazer faculdade, arrumar o emprego dos sonhos, casar, aproveitar um ano ou dois do casamento e ter filhos. É como se essa fosse a fórmula do sucesso, e quem não consegue permanecer nesse espectro está fadado a uma vida de fracassos e tristeza.

Para as mulheres, essa fiscalização de seus atos e seus corpos é ainda maior, já que existe a cobrança da maternidade. Ao mesmo tempo em que não podem ser mães muito cedo, também são criticadas por terem filhos depois dos 30 anos, e mais ainda quando não têm filhos.

Preferir a independência ao matrimônio não é visto com bons olhos, já que se espera que todas as mulheres queiram se casar, ter companhia para o resto da vida, seguindo a “ordem natural e biológica”.


Mas a verdade é que cada vez mais tem se tornado comum encontrar mulheres que não seguem esse caminho já delineado, preferindo se jogar na incerteza de um futuro tranquilo a se espremerem para caber numa realidade que não condiz com a delas. Aos 40 anos, Emma John vem sentindo exatamente isso, mas está ciente de sua condição de vida, e não perde a oportunidade de ser irônica.

Emma conta que nunca conseguiu amar alguém a ponto de sentir vontade de se casar, e sempre que conta que está solteira, as pessoas demonstram estranheza e fazem questão de dizer que isso é “apenas uma questão de tempo”.

Se estivesse interessada em vender a solteirice como um estilo de vida, definitivamente se concentraria nas aspirações, como envelhecer mais devagar, já que as horas de sono são mais bem aproveitadas.

Direitos autorais: reprodução Twitter/@em_john.


Em entrevista ao The Sun, Emma também acredita que as férias são bem melhores sem um parceiro ou filho, já que não existe concessão nem tédio em programações chatas, nem acampamento infantil. Você pode sair à hora que quiser, sem precisar lidar com a relutância do marido, e nunca vai precisar usar seu tempo em atividades extracurriculares infantis.

Além disso, não vai precisar fazer amizade com casais “estranhos” e “perturbadores” que conheceu na porta da escola do seu filho, ou mesmo estender amizades com colegas de trabalho apenas pelo tempo que já estão dividindo o ambiente.

Emma ainda defende que você nunca vai precisar se sentir culpado por gostar de alguém, e terá mais dinheiro disponível, já que vai gastar apenas consigo.

Mesmo que se preocupe em todos esses benefícios soarem como uma compensação, sabendo que nenhum deles é capaz de somar uma vida, ainda é a melhor maneira de tentar ser a sua melhor versão. Ela sente que sempre precisa definir a vida de solteiro pelo que não é e que a alegria neste status não está em rechear sua vida de empolgações compensatórias.


Também acredita que, se tivesse filhos antes dos 30 anos, não teria feito inúmeras coisas, como acompanhar um time em jogos no exterior ou passar mais de um ano aprendendo a tocar violinha nas montanhas da Carolina do Norte.

Emma nunca se sentiu ansiosa pelo fato de não ter se casado, mesmo que a maioria de seus amigos já tenham ticado este item da lista de afazeres.

Direitos autorais: reprodução Twitter/@em_john.

Refletir sobre o que a colocou nessa posição é normal, talvez o fato de ter uma boa carreira, casa própria, um bom círculo de amizades e uma família maravilhosa. Ser bem-sucedida em todas essas áreas significaria, então, que não cabe mais ninguém em sua vida? Um amigo, certa vez, aconselhou-a a parecer “mais disponível”, pois o problema estava em ela nunca parecer que precisa de um homem.


A mãe de Emma, numa ocasião, presenteou-a com a assinatura de um site de namoro em seu aniversário. Mas, para ela, não existia romance ali, e todas as experiências acabaram se mostrando horríveis, fazendo com que se sentisse mal consigo mesma, como se, de fato, existisse um problema.

Ela passou a vida acreditando que a idade certa para conhecer alguém e começar um grande amor seria aos 26 anos, assim como havia acontecido com seus pais.

Emma acabou não conhecendo seu companheiro nessa idade, mas se formou na faculdade, ganhou mais experiência e compreendeu que não se sentia bem em nenhum relacionamento. Quando chegou aos 30 anos, ela trabalhou muito e viveu os anos mais emocionantes de sua vida, divertindo-se para valer. Acontece que, quando chegou aos 40, a forma como as pessoas abordavam esse assunto mudou.

Direitos autorais: reprodução Twitter/@em_john.


Para os próximos anos, Emma planeja redecorar o seu apartamento em Londres, continuar ouvindo as músicas de que gosta, sua geladeira seguirá abastecida de vinho, ao invés de refeições em tamanho família. Mas planeja cozinhar com mais amor para si mesma e, quem sabe, até aprenda a fazer refeições usando o forno.

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