Somos mulheres de a a z!

3min. de leitura

Somos asas quando precisam voar.



Somos acolhida quando precisam de colo.

Somos sorrisos quando a esperança tenta nos dar tchau.

Somos fortes mesmo que as fragilidades tentem nos dizer não.

Somos chatas quando somos vulneráveis ou queremos provar que estamos certas.


Somos bondade quando alguém precisa de uma palavra amiga.

Somos maldade quando nos sentimos em perigo ou perseguidas.

Somos alegria extrema quando nos mimam ou descobrimos novos amores.

Somos choros incontidos quando estamos de tpm, quando somos traídas, quando caímos, quando perdemos o equilíbrio.


Somos quebra-cabeças quando resolvemos complicar, não mostrar ou não querer.

Somos arrogantes quando somos postas a provas, quando nos sentimos humilhadas.

Somos suaves quando nos demonstram carinhos,  quando nos beijam de verdade.

Somos antipáticas quando não vamos com a cara, quando não nos tratam bem,  quando nos sentimos ameaçadas.

Somos desavenças quando nos tiram do sério, quando nos traem, quando nos mentem.

Somos porções de delicadezas, quando temos intenção, quando queremos de fato.

Somos indiferentes quando nos desdenham, quando não nos convém.

Somos gentis quando há verdades.

Somos verdadeiras quando nos sentimos seguras.

Somos, somos, somos, somos… E queremos tantas coisas ao mesmo tempo!

Somos emotivas.
Somos sem sentido às vezes.
Somos confusas.
Somos pragmáticas quando decidimos.
Somos românticas.

Somos ódio.
Somos misturas.

Somos opostos… E quando isto tudo se mistura, somos pura essência.

Temos sexto sentido e vemos de longe. Tentamos possibilidades quando não existem, porque somos teimosas. Colocamos maldades nas palavras e nos gestos. Temos sentidos aflorados. Somos extremos quando decidimos dar a volta por cima.

Somos profissionais realizadas e bem sucedidas. Somos mãe, mulher, namoradas, noivas, esposas e amantes ao mesmo tempo. Cuidamos das despesas, da família e dos filhos. Corremos atrás do tempo perdido e conquistamos espaços, quer seja em nossas profissões ou no nosso dia a dia.

Aquele gênero frágil que nos pintaram foi manchado pela liberdade de uma vida melhor com menos preconceitos e indiferenças. “Independência” é a nossa meta de viver.

Ainda somos frágeis quando é preciso. Deixamos de ser estigmas para sermos mulheres importantes em uma sociedade que ainda precisa romper muitos tabus e convenções. Somos mulheres de A a Z.

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* Matéria atualizada em 11/03/2017 às 5:34






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