Sorria, você faz parte dessa sincronia!

Muitos filósofos descreveram e falaram a respeito da felicidade. Assim como professor Clovis de Barros Filho eu também gosto muito da definição de Spinoza. Para ele, alegria é quando sentimos um aumento de nossa potência, energia, vontade. Afazeres, situações ou emoções que elevam nossos anseios nos fazendo sentir parte do fluxo vital.



Quando sou tomada por uma inspiração, porque não sei se já prestaram atenção, mas o Universo tem um método muito criativo de se comunicar conosco, através da sincronicidade que por consequência nos presenteia com inspirações que reverberam nossas emoções e sentidos, consigo sentir que “alguém” também está fazendo parte dessa “comunicação”.

E ao me dar conta de que esse “alguém” mesmo estando a milhares de quilômetros de distância, me envia sinais sem ter consciência de suas ações, minha potência se eleva a ponto de sentir que está sincronia me torna mais viva, como se a vida estivesse à flor da pele. Episódios ricos em energia permitindo que minha alegria se prolongue por tempo indeterminado.

Tenho a nítida impressão que minha energia se personifica para que eu seja capaz de responder a esses chamados através das emoções que são enviadas em forma de sinais para que a pessoa possa me sentir.


É como se ao atender uma ligação de telefone que parecia ser engano, você notasse que “aquela” voz mesmo sendo desconhecida lhe traz sinais que harmonizam com o que está pensando naquele exato momento.

Pessoas desconhecidas, que passam a se comunicar através de sincronias é algo que me deixa completamente em êxtase.
Acredito que se tivesse uma máquina capaz de captar a energia que circula em meu corpo registraria o quanto a alegria de presenciar esses eventos me enche de brilho. Porém esse “reluzir” está visível somente para quem compartilha dessa “sintonia”.

Depois de tantas sincronias ainda me pego pensando em como a impossibilidade pode ser facilmente descartada quando milagres deste teor acontecem bem em nossa frente nos dotando de “poderes” que possibilitam o trocar de emoções.


Compartilhar emoções me faz entrar em uma dança onde cada novo passo me embala de modo gentil e caloroso descortinando sensações inéditas ao meu sentir. Como no trecho da canção Strangers in the night do imortal Frank Sinatra.

“Strangers in the night, two lonely people
We were strangers in the night
Up to the moment
When we said our first hello.
Little bit we know
Love was just a glance away,
A warm embracing dance away.”

Percebo claramente que a distância é o que aumenta a importância, é o que eleva ainda mais minha potência em agir resultando numa chuva encantada de sincronias.

Perco-me nos requintados significados que interpreto no afã de tornar latente o que sinto. Esta euforia me impulsiona a ultrapassar limites pois sei que a recompensa estará além do que conseguirei vislumbrar. E de finalmente ter ao alcance das minhas mãos quem clama por minha presença usando divinamente o Universo como mensageiro.

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Texto escrito com exclusividade para o site O Segredo. É proibida a divulgação deste material em páginas comerciais, seja em forma de texto, vídeo ou imagem, mesmo com os devidos créditos.




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