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Sou tudo isso. Eu sei!

Eu sou tudo isso e muito mais. Eu sei! Eu sou irresistível e senhora de mim mesma. Você reconheceu isso também? Que bom, temos bom gosto!

Não vou dizer que somos todos lindos. Também não vou sair enganando que todos somos irresistíveis. Realmente não somos. Na verdade, o que eu quero dizer aqui é que a única pessoa que devemos ouvir quando falamos sobre isso, é a gente e pronto. Depois disso, tudo o que vier já não pode nos definir.



Quantas vezes tentam advinhar o que a gente sente, o que a gente pensa. Avaliam as coisas e as atitudes que tomamos. Quantas vezes quiseram me dizer,  antes de eu mesma saber, para onde eu iria. E, coitados! Nunca estiveram tão errados, tão perdidos e longe da verdade!

O que eu quero, o que eu sinto, o que eu penso, o que eu faço e para onde vou, só eu sei. E, na maior parte do tempo, nem mesmo sei, no início. E, caso eu saiba, não me prendo e, se for necessário, mudo.

A mudança está em mim como diretriz primeira para me manter no foco de me manter feliz na continuidade de ser eu mesma. Sempre. Portanto, cabe aqui pensar nesse amor que alimento todos os dias. Por mim.


Alguns podem vir a dizer que é narcisismo. Eu não pensaria assim. A primeira coisa que faço todos os dias é mesmo parar em frente ao espelho ou ao meu reflexo numa janela e admirar a mim mesma. Admirar-me como pessoa,  como alguém que merece o amor maior de todos, que merece um café na cama e como aquela pessoa merecedora de todas as bênçãos e todas as sortes que se pode ter nessa vida. Abraço-me e acolho-me. Se me aceito como sou, faço as pazes comigo mesma e, naturalmente, serei a minha maior incentivadora a buscar ser plena.

Vale dizer o que vier à cabeça. Gosto muito de me dizer que sou inteligente e divertida. Merecedora de todas as coisas boas. Gosto de me manter positiva e blindada contra o mau humor, as baixas vibrações e todas as condicionantes que tornam o jogo da vida com mais tempero e desafio.

Eu sou tudo isso e muito mais. E não menos, ainda completo dizendo: “Eu sei!”  Portanto, caso me encontre com alguém que me diga isso, não fico espantada e nem caio no erro de me enganar com elogios disfarçados.


Eu sou irresistível e senhora de mim mesma. Você reconheceu isso também? Que bom, temos bom gosto. Mas, calma lá! Não será por isso que vou me deixar levar pelas suas investidas. Eu me basto. E só permito mais alguém, se isso me fizer bem.

Para ter uma atitude tentadora além do óbvio, que é a gente acreditar primeiro que é verdadeiramente irresistível, é preciso mais algumas coisas. Alguns ajustes.

Eu sou irresistível porque sei o que eu gosto de fazer e faço. Eu sou irresistível porque visto a roupa e os sapatos que eu gosto. Nas cores que eu gosto. Eu sou irresistível porque se eu quero sair feito um canteiro de jardim ou um exemplo qualquer de minimalismo, eu saio e pronto. A atitude é que conta. Eu sou irresistível porque eu penso antes de falar, mas também sou quando improviso, quando falo alto ou quando, sem pensar, saio tagarelando o improvável.

Todos os dias eu exercito essa atitude de eu sou mais eu. Por que? Porque eu não deixo de ser, pensar e fazer só porque há um modelo a ser seguido. Um padrão a servir de guia para estar encaixada ao que esperam de mim e uma rota única para ser feliz não me dizem nada. Como eu li outro dia: eu não sei para onde vou… só sei que não vou por aí. E não vou mesmo. Pode dar coincidência, mas jamais minhas escolhas vão ser determinadas por um único ponto de vista.

A arte de ser inesquecível é aceitar que é tudo uma questão de perspectiva. Você nunca será verdadeiramente irresistível, se estiver procurando ser inebriante segundo o que parece ser que é de acordo com o que dizem. Primeiro, defina você os seus padrões. E ame-se como a melhor das alternativas possíveis!

Portanto, antes de aceitar um convite para sair, antes de aceitar aquele pedido de amizade ou curtir de volta aquele recadinho, vai lá e tenha uma atitude irresistível e defina o que realmente importa e para onde quer ir.

Ser desejada é ter aquele brilho no olhar e olhar bem nos olhos da outra pessoa e segurar o olhar, dizendo tudo, sem precisar falar em voz alta.

Ser irresistível é aquele abraço em que entregamos tudo, é aquele beijo que altera os nossos sentidos. É deixar o nosso cheiro na memória do outro. É alterar os sentidos do outro, mesmo que seja por telefone ou por mensagem. É se tornar inesquecível. Ser tudo isso é se aceitar do jeito que somos e gostar tanto da gente mesmo que o outro não terá outra alternativa a não ser fazer o mesmo em relação a nós.

Já percebeu que, quanto menos se importar em parecer irresistível, vai acabar se saindo melhor e, naturalmente, será inesquecível porque sua atitude será essa. Quanto mais naturalmente agir, mais confortável nos sentimos com a nossa essência. Com o que somos e com o que queremos ser.


Direitos autorais da imagem de capa licenciada para o site O Segredo: belchonock / 123RF Imagens

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