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Sua metade da laranja deve ser você mesma!

Hoje, enquanto assistia pela milésima vez (claro) aquele filme antigo com a linda da Kate Hudson, “Como Perder um Homem em Dez Dias” (2003), fiquei pensando um pouco sobre o processo de se apaixonar pela sua metade da laranja. Para quem ainda não viu esse filme, é uma comédia romântica bem legal.



Mas, na verdade, o objetivo dos mocinhos não era se apaixonar, apesar de ter acontecido. Porém, chega de spoiler, não é mesmo? O que mais me chamou a atenção foi o fato daquela paixão nascer de uma forma tão inesperada e nem um pouco planejada.

Sobre se apaixonar pela sua ‘metade da laranja’

Pela primeira vez comecei a refletir sobre isso de ‘metade da laranja‘. Afinal, como é que a gente se apaixona de formas tão diversas? Claro que a ciência explicaria de forma rápida e bem técnica a respeito do processo de apaixonar-se. Eu poderia também ficar falando de vários efeitos emocionais que, por ser psicóloga, os conheço muito bem. Mas quando isso aconteceu comigo, eu não lembrei nem um pouco da teoria. Arriscaria dizer que esses neurocientistas, especialistas no amor, também não têm tanto controle assim quando a paixão aparece.

Para contextualizar, talvez seja melhor contar um pouco de como aconteceu comigo. Tudo começou com aquela velha história de amigos que se apaixonaram e hoje são um lindo casal. Apesar de ser bem clichê, o que eu acho mais engraçado é que quando éramos amigos chegamos a falar que não íamos nos apaixonar. Afinal, não estávamos procurando por isso mesmo. Mas, olhando para trás, acredito que falamos sobre isso não porque queríamos parecer fortes, mas para ter certeza que ninguém ia iludir ninguém dali para frente. No final da história ninguém ficou iludido, mas sim apaixonados, e muito.


As melhores coisas são as não planejadas

Não que eu seja uma expert no amor. Acredito que ninguém seja. Mesmo conhecendo algumas teorias à respeito, quando se trata de nós mesmos as coisas nunca são tão claras. Mas, o que acredito, e o que eu e você sabemos, é que não dá para planejar. Definitivamente se a gente planeja dá tudo errado.

Não porque planejar nossas metas seja algo ruim, mas nesse caso a gente acaba projetando expectativas em outras pessoas que nem sempre vão supri-las.Essas expectativas podem ser desejos que a gente sabe que tem, e outros que a gente nem sabe que tem e acabamos por responsabilizar essa pessoa por eles.


Mais ainda, são expectativas que não devem ser supridas com ninguém. Apesar da ideia de a “metade da laranja” ser romântica, eu não quero ser metade de mim quando estiver sozinha.

Além do mais, estar completa sem depender de ninguém faz um relacionamento bem mais legal. As cobranças ficam mais leves e as decepções são menos traumáticas. Afinal, neste caso o relacionamento estará nos completando, mas não será tudo que temos.

E então… Sua metade da laranja deve ser você mesma.

Claro que é muito bom ter alguém e às vezes aquele bichinho da carência bate à nossa porta. Mas, você não precisa de ninguém para viver. Se você pensa isso, comece a se valorizar vai? Não tem nada melhor do que se sentir completa. Se você estiver sozinha, não precisa deixar de ser você. Ame a sua própria companhia e, quando menos esperar, você terá alguém para desfrutá-la junto com você.

Texto escrito por Amanda Oliveira – Originalmente publicado no Superela.

Leia mais:  Ele te ama, mesmo sem dizer “eu te amo!” – Ao amor da minha vida que ainda não conheci

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Texto escrito com exclusividade para o site O Segredo. É proibida a divulgação deste material em páginas comerciais, seja em forma de texto, vídeo ou imagem, mesmo com os devidos créditos.




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