Tem muita gente feliz que nem sabe que é!

CONSUMISMO – 25/09/2012



O consumismo desenfreado nos convida sistematicamente a focarmos nas coisas que AINDA não temos, resultando disto uma constante insatisfação existencial.

Se pensarmos bem, grande parte desses objetos não fará a menor diferença para a nossa realização. Quando caímos neste engodo, fica um mau humor “importado” instalado em nosso âmbito emocional, nos dando a sensação de uma infelicidade só curável com a aquisição de produtos, produtos e mais produtos, desnecessários em sua imensa maioria.

Mas eles nos dão a sensação de integração, aquela que perdemos, se é que um dia a tivemos, a de sermos queridos e bem-vindos simplesmente por existirmos.


Como o estado biológico de praga em que vivemos nos estimula à guerra, a nossa inteligência emocional coletiva ainda não é suficiente para que nos relacionemos com base na colaboração e generosidade, nosso modo relacional saudável.

Para quem se sente pego por este engodo do consumismo, que vende a ilusão de que só consumindo desenfreadamente nos tornamos saudavelmente integrados, resta a percepção de que não é o que se compra, mas a qualidade do que se dá e do que se recebe que pode nos tornar interessantes e amados.

Não precisamos comprar nada para nos sentirmos existencialmente realizados.


Na maioria dos casos, não precisamos fazer nenhuma força para que isso aconteça. Basta manter o nosso foco no afeto!

Tem muita gente feliz que nem sabe que é.

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