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Testemunhas importantes no julgamento do caso Henry não foram encontradas pela Justiça

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Ao menos quatro testemunhas de acusação sobre a morte do menino Henry Borel, de 4 anos, não foram localizadas pela Justiça. A informação é do portal G1.



São elas:
A médica Maria Cristina Souza Azevedo e a pediatra Vivane dos Santos Rosa, que estavam no hospital quando a criança chegou, já sem vida; Ana Carolina Ferreira Neto, ex-mulher do ex-vereador Jairinho; A babá Thainá Oliveira.

Começa nesta semana a frase preliminar do julgamento sobre a morte do menino, ocorrida na madrugada do dia 8 de março. O depoimento dessas testemunhas está marcado para esta quarta-feira (6/10).


O Ministério Público acusou Jairinho e Monique de coagir Thayná e outra empregada do casal. Por isso, Thayná mentiu no primeiro depoimento. Mas depois voltou atrás, e confirmou as agressões que o menino sofria.

A ex- mulher de Jairinho – Ana Carolina Ferreira Neto- que confirmou o histórico de violência doméstica do ex-vereador também não foi localizada.

Outra testemunha desaparecida é a babá Thainá Oliveira.

“Estou muito apreensivo que possa estar acontecendo ainda esse tipo de coação a testemunhas pelo Jairo e pela Monique e aí, essas 5 testemunhas chave para o caso .. Muito importante para esclarecer os fatos, podem estar sendo coagidas ainda”, diz o pai de Henry, Leniel Borel.


Os advogados do pai de Henry disseram que as cinco testemunhas de acusação não localizadas até o momento são extremamente importantes para esclarecer o caso já que viveram de forma direta as circunstancias relacionadas ao crime que terminou na morte do menino.

O promotor Fábio Vieira do Santos, responsável pela acusação, afirmou que o depoimento das testemunhas é obrigatório e que se elas não forem localizadas agora poderá ser marcada uma nova audiência.

Jairinho e Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, vão responder por homicídio triplamente qualificado, tortura e coação de testemunhas. De acordo com o laudo de exame de necropsia, a causa da morte do menino foi hemorragia interna e laceração hepática, provocada por ação contundente (agressão).


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