Todos merecem uma segunda chance. Uma terceira, jamais.

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Eu sei que o fim de um amor é o começo de uma saudade. Sei, também, o quão difícil é se acostumar com a ausência. Mas, acredite, é possível ser feliz depois do fim.

Eu sei que o fim de um amor é o começo de uma saudade. Sei, também, o quão difícil é se acostumar com a ausência, adequar a rotina e aprender a conjugar o verbo em primeira pessoa, já que o “nós” ficou para trás. Mas, acredite, é possível ser feliz depois do fim.



Sempre que uma história acaba, fica aquela sensação de impotência, de medo e de vazio. Parece que a felicidade não será mais possível e que, como os sintomas de uma abstinência, ficamos desesperados em busca de algo que preencha o vazio. E é, exatamente aí, que mora a ilusão.

Certamente, você conhece histórias lindas de reencontros e de pessoas que são felizes depois de darem uma segunda chance ao relacionamento. Essas histórias são tão lindas quanto perigosas, já que criam ilusões na cabeça dos apaixonados de plantão e os fazem reféns de relacionamentos abusivos.

Não somos capazes de avaliar a dor do outro. Há, realmente, quem precise da ausência para valorizar a presença. Nesses casos, uma segunda chance é válida, já que é uma oportunidade de crescimento afetivo e amadurecimento intelectual para o casal. Mas, nos demais casos, dar segundas, terceiras e quartas chances são torturas psicológicas desnecessárias.


Então, antes de se entregar novamente, de corpo e alma na relação, avalie (e respeite) os motivos que o fizeram desistir. Entenda: voltar por motivos certos é bonito. Voltar por motivos errados é loucura!


Direitos autorais da imagem de capa licenciada para o site O Segredo: actionsports / 123RF Imagens


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* Matéria atualizada em 14/08/2018 às 6:11






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