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Todos os dias, esta professora visita aluno com leucemia. Está determinada a não o deixar para trás!

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A professora Barb se esforçou ao máximo para garantir que seu aluno da segunda série não ficasse atrasado com a matéria!



A pandemia mudou as formas como costumávamos nos socializar. Se antes o trabalho e a escola eram os lugares onde adultos e crianças frequentavam diariamente, com o isolamento e as regras de distanciamento, esses foram os primeiros lugares a rever a presença dos indivíduos.

O medo da disseminação do vírus fez com que escritórios mandassem grande parte de seus funcionários para trabalhar de casa e todas as escolas se fechassem. O ensino a distância segue apresentando muitos problemas, principalmente porque os pais não conseguem conciliar suas jornadas de trabalho com a educação das crianças, já que ambas as coisas precisam ser feitas no mesmo horário.

Há 35 anos lecionando, Barb Heim é uma daquelas profissionais que oferecem o seu máximo. Todos os dias, assim que sua jornada educacional nas escolas acaba, a mulher faz questão de fazer um trajeto de 20 minutos até a casa de seu aluno da segunda série, Harrison Conner, para ajudá-lo com as matérias.


O menino vem batalhando pela vida desde que descobriu que tem leucemia, o que o impediu de voltar para as aulas presenciais. Nos Estados Unidos, grande parte das escolas reabriram suas portas, já que a vacinação está bem avançada, garantindo uma segurança a mais em tempos de pandemia do novo coronavírus.

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Direitos autorais: reprodução/arquivo pessoal.

O caso todo aconteceu na Pensilvânia, na Conneaut Valley Elementary School, e Barb faz questão de acompanhar o desenvolvimento de seu aluno, além de garantir que ele tenha ânimo para dar conta dos seus afazeres.

Como o tratamento contra o câncer é agressivo, Harrison precisa evitar o contato com outras pessoas, para garantir que não vai pegar nenhuma doença, como a covid-19, e agravar sua saúde.


A professora decidiu, então, levar a sala de aula para dentro da casa do menino, adaptando todo o ambiente para que as chances de qualquer contágio sejam ainda menores. Os dois usam máscaras, a professora usa o protetor facial e eles ainda instalaram uma tela de acrílico, por onde o garoto vê Barb ensinar as lições do dia.

Em reportagem ao Especial do Today, a professora conta que foi uma alegria, principalmente porque sabia que ele queria aprender. Mesmo nos dias em que a medicação deixa Harrison mal, o menino faz questão de acompanhar as aulas e se sente muito animado com toda a gentileza de Barb, fazendo sempre o seu melhor.

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Direitos autorais: reprodução/arquivo pessoal.

Foi justamente Barb quem percebeu que havia algo de errado com o menino em 2019, quando notou que ele estava cada vez menos ativo na escola, além de facilmente ficar pálido. A enfermeira da escola comunicou o caso à mãe de Harrison, Suzanne, antes do Natal daquele ano, época em que todos receberam a dura notícia: ele tinha leucemia.


Assim que todos retornaram às aulas, no ano seguinte, Barb recebeu a triste notícia de que o menino estava muito doente, e explica que sua ausência foi sentida por todos.

A professora não economiza elogios a Harrison e afirma que ele é um garoto incrível, que adora aprender e que se sentiria lisonjeada se precisasse dar uma aula para 100 crianças iguais.

Antes mesmo de as escolas se fecharem, Barb começou a fazer chamadas de vídeo todos os dias com o aluno, na própria instituição, para que os colegas pudessem cumprimentá-lo e ela pudesse ler uma história. Quando a pandemia começou, o isolamento fez com que esses momentos de conexão desaparecessem, foi quando a professora decidiu começar a ir à casa do aluno todos os dias, para se certificar de que ele não ficaria para trás.

A mãe Suzanne conta que as ações da professora vão muito além do ensino e que ela foi incrível com o filho desde o minuto em que soube de seu diagnóstico. Barb garantiu que Harrison fizesse parte do ambiente escolar, enquanto luta contra o câncer, e se sentisse lembrado por todos os colegas.


Para a mãe, Barb não é como uma professora particular, que aparece para dar aulas, mas como uma tia que vem passear em sua casa, trazendo guloseimas e sorrisos. Os filhos de Suzanne amam a professora e sempre a esperam na porta, para contar todas as novidades e experiências que tiveram enquanto ela esteve ausente.

Mesmo com o câncer em remissão, Harrison tem mais um ano e meio de tratamento pela frente, mas todos estão confiantes em sua recuperação.

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