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Top 10 – frases – mario quintana

10 Lindas Frases de Mario Quintana…



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1 –  “(…) E se o que tanto buscas só existe em tua límpida loucura – que importa?
Isso, exatamente isso, é o teu diamante mais puro!”


2 – Um bom poema é aquele que nos dá a impressão de que está lendo a gente … e não a gente a ele!

3 – ‘Eu não tenho paredes. Só tenho horizontes.’

4 – Sonhar é acordar-se para dentro.

5 –  Quando duas pessoas fazem amor, não estão apenas fazendo amor…


Estão dando corda ao relógio do mundo…

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6 – “No fim tu hás de ver que as coisas mais leves são as únicas que o vento não conseguiu levar: um estribilho antigo, um carinho no momento preciso… o folhear de um livro de poemas…o cheiro que tinha um dia o próprio vento…”

7 – Se alguém te perguntar o quiseste dizer com um poema, pergunta-lhe o que Deus quis dizer com este mundo…


8 –  Que haverá com a lua que sempre que a gente a olha é com o súbito espanto da primeira vez?

9 – Não faças da tua vida um rascunho. Poderás não ter tempo de passá-la a limpo.

10 – Procures me amar quando menos mereço, pois é quando mais preciso.

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Um pouco sobre o Mário

Mário de Miranda Quintana (Alegrete, 30 de julho de 1906 — Porto Alegre, 5 de maio de 1994) foi um poeta, tradutor e jornalista brasileiro.

Mário Quintana fez as primeiras letras em sua cidade natal, mudando-se em 1919 para Porto Alegre, onde estudou no Colégio Militar, publicando ali suas primeiras produções literárias. Trabalhou para a Editora Globo e depois na farmácia paterna. Considerado o “poeta das coisas simples”, com um estilo marcado pela ironia, pela profundidade e pela perfeição técnica, ele trabalhou como jornalista quase toda a sua vida. Traduziu mais de cento e trinta obras da literatura universal, entre elas Em Busca do Tempo Perdido de Marcel Proust, Mrs Dalloway de Virginia Woolf, e Palavras e Sangue, de Giovanni Papini.
Em 1953, Quintana trabalhou no jornal Correio do Povo, como colunista da página de cultura, que saía aos sábados, e em 1977 saiu do jornal. Em 1940, ele lançou o seu primeiro livro de poesias, A Rua dos Cataventos, iniciando a sua carreira de poeta, escritor e autor infantil. Em 1966, foi publicada a sua Antologia Poética, com sessenta poemas, organizada por Rubem Braga e Paulo Mendes Campos, e lançada para comemorar seus sessenta anos de idade, sendo por esta razão o poeta saudado na Academia Brasileira de Letras por Augusto Meyer e Manuel Bandeira, que recita o poema Quintanares, de sua autoria, em homenagem ao colega gaúcho. No mesmo ano ganhou o Prêmio Fernando Chinaglia da União Brasileira de Escritores de melhor livro do ano. Em 1976, ao completar setenta anos, recebeu a medalha Negrinho do Pastoreio do governo do estado do Rio Grande do Sul. Em 1980 recebeu o prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras, pelo conjunto da obra.


Fonte: Wikipedia

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