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Um amor consciente não precisa estar perto para viver a sua força!

AMOR CONSCIENTE



Um amor consciente não precisa estar perto para viver a sua força, possui a capacidade de ultrapassar a matéria, atravessa o oceano, possui a capacidade de fluir através do etéreo, atravessa o espaço sideral. Não está a procura de um “Ser” perfeito, de um par ideal, ama o imperfeito, admira o imperfeito e suas qualidades que mais trabalhadas foram, aceitando o outro como ele é, e desejando estando longe ou perto que seja capaz de evoluir no que ainda precisa para o seu bem estar, e organização interna.

Um amor consciente sabe que relacionar-se e conviver nem sempre é possível, para que o amor seja vivido, ambos os envolvidos precisam estar no mesmo estágio de consciência, ou em estágios próximos, a comungar da mesma vontade, a olhar o outro com os olhos da alma e o enxergar da mesma forma que o outro lhe enxerga.

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Um amor consciente nasce quando menos esperamos, e ganha expressão nas provas a dois, na singularidade dos momentos, na força dos acontecimentos, na sinergia física, no exalar das expressões da alma, na memória da alma que aflora ao consciente.

Um amor consciente entende que agir de forma menos correta com o outro (a) pelo calor da emoções, nem sempre é para mal ao outro fazer, muitas vezes é reflexo da inabilidade que o outro (a) tem de sentir algumas emoções, configurando-as em ações impulsivas, com capacidade de ferir, mesmo que isso seja a última coisa que queria a si fazer.

Um amor consciente sabe que na busca interna de cada um, para a organização da casa interna, há sempre uma série de desafios, e que é um caminho uno, não a dois, e que somente uma pessoa com a casa interna organizada pode querer e saber dividir a alegria de uma vida a dois, resolvida, com outra casa igualmente bem trabalhada, e que duas casas igualmente organizadas, com tudo no seu devido lugar, acabam por ganhar força expressiva, tendo majoritariamente bons e saudáveis momentos, na partilha a dois, a partir de dois “Eu”, em equilíbrio, capaz de viver uma rica harmonia, sob o som da verdade e do amor.

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Um amor consciente vive e ganha força como o germinar de uma semente, que se alimentado, vai ganhando expressão de vida, até demonstrar com sua beleza a vitalidade da alma, expressa em cada momento a dois, e quando não alimentando, possui uma tendência de atrofiar até a morte, porque uma planta não nutrida, torna-se incapaz de sobreviver por muito tempo, é querer o contrário da expressão da vida, que precisa de todos os sais e nutrientes ideais para manter sua vitalidade.

Mas sendo a semente alimentada para toda a vida, ou sufocada pela força da da própria vida, o que importa é a memória que fica, os momentos vividos, os aprendizados gerados, porque não há riqueza maior do que viver a vida em consciência, sabendo o que cada momento representou para a solificação da nossa alma, polindo-a e nutrindo-a com os aprendizados para a sua evolução.

Todos temos lembranças que despenteiam a alma!

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