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Um novo amor só é verdadeiramente possível quando o antigo já foi superado!

Existem opiniões diversas sobre qual é o momento ideal para entrar em um novo relacionamento.



Algumas pessoas acreditam que só se cura um amor com outro amor. Outras nem consideram essa uma parte tão importante de suas vidas, e há ainda aqueles que vivem vários relacionamentos de uma só vez, muitas vezes de forma escondida.

Terminar um relacionamento, no entanto, é sempre complicado, principalmente se a união durou anos e envolve filhos.

Geralmente as pessoas levam tempo para aceitar a separação e seguir em frente, pois são anos de convivência e intimidade, que não são deixados para trás facilmente.


É por isso que não é tão simples assim encontrar um novo amor para substituir aquele que se perdeu ou se deixou ir.

A ideia de trocar de relacionamento como quem troca de roupa é fria e cruel, tanto para a pessoa que está entrando em nossas vidas, quanto para nós mesmos.

Quando nos permitimos iniciar uma nova fase, dando permissão para a entrada de novos relacionamentos, devemos dar o nosso melhor, para que essa seja a melhor época de nossa existência, assim com a daqueles que nos acompanham.


Um relacionamento em que, constantemente, o foco principal é o ex-parceiro e há comparações entre a antiga e atual relação é um grande exemplo de que estamos ou somos, alguém que ainda guarda dentro de si um sentimento pela pessoa que já esteve ao nosso lado.

Esse é um dos maiores sinais de despreparo para o início de uma nova história. O foco na relação passada provém, muitas vezes, de um sentimento ruim pelo ex parceiro, de toda a mágoa que alimentamos pelas vezes em que fomos feridos e deixados de lado. Mas também podemos ser incapazes de deixar ir, porque queremos ficar, queremos amar, queremos acreditar que é possível, mesmo que no fundo saibamos que não é, e no fim apenas nos resta aceitar e seguir em frente.

Esse seguir em frente envolve tempo e espaço para a cura. Nós somos seres humanos únicos, diferentes de todos aqueles ao nosso redor, e por isso também nos curamos de maneiras diferentes. Alguns se curam através de conversas com amigos e entes queridos. Outros sentem-se renovados após terapias, e algumas pessoas recorrem à religião para se curarem. Cada pessoa, independentemente de qual abordagem preferir, também tem seu tempo de cura. Para algumas é mais rápido, enquanto que outras permeiam na dor. A cura deve ser o foco, e é importante manter em mente que ninguém além de nós é responsável por nos curar e nos preparar para enfrentar outras dificuldades da vida.

Quando deixamos a responsabilidade da nossa cura pessoal nas mãos de outra pessoa, nós nos configuramos para o fracasso. Somos responsáveis por superar traumas, mudar nosso padrão de pensamento, focar no poder da mente.

A felicidade é algo pessoal, algo que criamos para nós mesmos, não um dever da pessoa que escolheu se unir a nós. Apesar de nossos relacionamentos, somos pessoas com desejos, sonhos e desgostos pessoais, e cada um deve ter o espaço para ir atrás daquilo que deseja para si mesmo.

Quando terminamos uma relação, passamos pelo processo de esquecimento. E a realidade mais dura desse processo é a noção de que grande parte, senão todas as coisas que construímos com uma pessoa, foram por água abaixo. Ficamos incertos e não sabemos se ainda conseguiremos ser felizes. É uma fase de dor profunda, mas toda a dor nos ensina algo novo e nos faz ficar mais fortes. Com a dor, nós amadurecemos, mesmo após sofrimentos e perdas, e nos tornamos mais sábios e capazes.

Portanto, não fuja das dificuldades em sua vida, enfrente o fato de estar sozinho e aproveite o luto até que ele se vá. A dor nos faz crescer e nos abre caminho para relacionamentos saudáveis!

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Texto escrito com exclusividade para o site O Segredo. É proibida a divulgação deste material em páginas comerciais, seja em forma de texto, vídeo ou imagem, mesmo com os devidos créditos.




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