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Uma fugidinha básica da infelicidade faz um bem!

Não me diga que você nunca fugiu do que não é bom, de quem não lhe faz bem, de situações complicadas? A fuga é algo normal no dia a dia.

Você alguma vez escapou de algum cara ou garota chata naquela balada só para ele/ela não se aproximar e ficar alugando você a noite toda? Tão normal, não é?



A gente precisa se esquivar, sim, do que não nos traz nenhum benefício. Claro que se provocamos alguma situação, ou se algum fato se arrasta em nossa vida, é necessário encará-lo, mas a vontade é de fazer aquelas pequenas coisas que nos deixam bem, tranquilos e também nos afastam do que não nos preenche.

Tudo bem, nem sempre é possível. Tem muita gente que “precisa” dar de cara com o chefe autoritário diariamente, aguentar o mau humor de alguém da família porque convive junto, enfrentar o trânsito caótico em horários de pico, passar por um tratamento doloroso para obter a cura de uma doença, entre outras situações que cabe a cada um reconhecer a sua.

Fugir das pequenas infelicidades ou das coisas que nos fazem mal ou nos tiram do sério é também um exercício diário.

Falar o suficiente, não dar muita atenção a alguém que só reclama, evitar alguns encontros, recusar convites, não ler certos e-mails, ou conversas de grupos. Não participar de almoços chatos de domingo com parentes, sumir num final de semana.


Este tipo de escudo deve existir. Nós precisamos reconhecer o que não é bem-vindo e driblar muitas situações. É importante sabermos equilibrar acontecimentos e termos pé no chão, postura e mente controladas para quando situações como essas acontecerem.

Porém, se elas não nos agradam é bom trabalharmos essas questões para não transformarmos algumas horas de insatisfação em dias perdidos.

Se você adora um sofrimentozinho, aí a história é outra. Gosta de uma reclamação, corre atrás de quem não valoriza você, mendiga atenção e se sente mal por isso, mas não muda. Cuidado! Faz todos os dias algo que lhe desagrada e culpa os outros, sente-se vítima do destino, aí a conversa é mais séria.


É hora de prestar atenção em si e não amolar as pessoas ao seu redor. Seja parte das pequenas alegrias que o outro recebe no dia a dia. Seja você sua própria alegria.

E não deixe que usem a sua paciência e bom senso. Nem que precise cortar caminho, encurtar a conversa e sair antes da hora. Entendeu?

Que tal uma listinha das pequenas infelicidades, tipo tudo o que você não curte e dá para evitar algumas vezes ou sempre? Se você é daquelas pessoas que se adaptam facilmente a situações controversas, parabéns! Nem todo mundo é assim! E muita gente se preocupa em não magoar o outro por querer se sentir bem. Uma espécie de culpa.

Mas dá para mudar e seguir a tal listinha. Tenha a coragem de se esquivar do que lhe traz desconforto e o deixa para baixo, sem energia, irritado.

E preste atenção: você pode ser a presença que traz a infelicidade na vida dos outros. Se não for, feliz de você!


Direitos autorais da imagem de capa licenciada para o site O Segredo: dash / 123RF Imagens

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