Imagine a sua expectativa.



Ele espera ansiosamente nosso próximo passo.

Quando resolveu ver as cores do mundo através do brilho de nosso olhar, sentir a alegria extravasando com o colorido das nossas emoções, sabia que também sentiria a angústia opressiva das sombras que muitas vezes envolvem nosso ser.

E aguarda pacientemente –  talvez aflitivamente, que encontremos a luz da sua sabedoria, sabedor que somente quando nos voltamos para o centro luminoso de nosso ser podemos dispersar a trevas da nossa existência. Quando nos voltamos para a luz da vida, o caminho à nossa frente  fica iluminado, e a face obscura de nosso pesar fica para trás.


Provavelmente, um sorriso terno, compassivo, se esboça em sua face ao nos ver tentar. Tentar desvendar o mistério da vida, descortinar o porquê da existência, buscando em algum lugar distante,  ou em rebuscadas retóricas filosóficas, talvez em mirabolantes fórmulas complexas.

E possivelmente uma furtiva lágrima insista em rolar pela soberana face, teimosamente revelando sua emoção ao vislumbrar um relance de entendimento, ao perceber que talvez estejamos próximos de compreender que a vida é sentir: sentir a paz, sentir o amor, sentir firme e solenemente que a vida é simples.

Simples como o Amor de nosso Criador.


A força do amor

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