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Vamos para frente, resiliente? os dias ruins que nos fazem enxergar a beleza dos dias felizes

Sabe quando bate aquela tristeza?

As coisas não saem bem como a gente quer, um emprego foi perdido, você não conseguiu aquela promoção que tanto almejava, um relacionamento terminou, alguém o decepcionou, um amigo partiu, ou até mesmo o simples fato de algo pequeno não ter dado certo, mas que ocupa uma grande dimensão em nossos pensamentos?



Confesso que há alguns anos muitas dessas coisas aconteceram comigo, assim como devem acontecer diariamente com muitas pessoas (e pior, talvez todas juntas), mas a pergunta é: o que fazer para superar isso?

Bom… a primeira coisa é começarmos a achar meios para a superação. Foi nessas idas e vindas de desilusões que, há alguns anos, eu me deparei com o termo “resiliente”.

Mas o que seria isso?

De forma sucinta, seria adaptar-se, encontrar meios para superar adversidades e se recompor, trazer à tona uma pessoa que supera obstáculos e que se desafia diariamente para ser feliz.

Confesso que quando descobri isso, vi um novo sentido para a vida, comecei a enxergar as coisas com outros olhos. Os problemas que antes pareciam extremos, passaram a ser problemas em que eu catalogava em duas vias: a primeira via, em que eu me perguntava, vale a pena se estressar com isso? Conseguirei mudar algo que não está ao meu alcance? E a segunda via, na qual eu percebia que esse problema deveria ser superado para que eu abrisse portas para algo melhor acontecer. Foi a partir daí que a minha luta mais nobre foi iniciada: tentar ser feliz.


No início dessa luta, as coisas não fluíram tão naturalmente assim, sabem por quê? Porque por mais que eu tentasse evoluir em alguns aspectos, alguns fatores externos não me permitiam alcançar a plena felicidade. Demorou, mas eu descobri o que estava errado: os fatores externos.

Ser resiliente vem de dentro. A mudança deveria depender de mim e não dos outros.


Primeiramente temos que aprender a ser felizes com nós mesmos para depois lutar contra os fatores externos, isso sim, é a tão aclamada resiliência!

Após eu estar pronta comigo mesma, comecei a lutar contra esses fatores externos que tanto me incomodavam, ou melhor ainda… não lutar, se caso não valessem a pena.

Foram muitos aprendizados que tive tentando ser resiliente e isso faz parte da minha vida agora.

Se eu ainda sofro decepções? Sim, e muitas, mas sempre paro e analiso o quão grandes elas são e tento tirar proveito delas para evoluir como ser humano. Isso cansa? Sim, mas vale a pena, afinal, ser feliz não é um status definitivo, é uma busca constante e que deve ser aperfeiçoada.

É o que todos dizem… são os dias ruins que nos preparam para os dias felizes, e que nos fazem enxergar a beleza mais pura quando a felicidade é conquistada.

Somente para finalizar, ser resiliente também não é status definitivo, mas acredite, é uma luta que vale a pena… e se vale!


Direitos autorais da imagem de capa: wallhere.com / 31707

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