Pessoas inspiradoras

Vendendo sopa e salgados nas ruas, com filho de 11 meses, mãe consegue virar professora!

Ela batalhou muito para conseguir pagar seus estudos e, depois de anos, finalmente, conseguiu alcançar seu sonho!



A maternidade é um processo complexo e cheio de novos significados. Assim que uma criança nasce, aquela mulher se despede de si mesma, vendo chegar uma mãe, alguém com responsabilidades infinitas, que precisa zelar pela vida de um indivíduo extremamente pequeno.

Ter um filho não é só manter uma criança saudável, é preciso se comprometer com sua educação, com seus sentimentos, com suas impressões acerca do mundo.

Quando a mãe precisa assumir todas essas responsabilidades sozinha, as dificuldades triplicam, já que ela precisa também trabalhar, manter a casa e ainda administrar os cuidados com aquela criança. Por mais que o abandono paterno nos provoque indignação, grande parte das mulheres acabam desamparadas pelos antigos companheiros, tanto financeiramente quanto emocionalmente.


Amelia Ruiz Villaverde, de 26 anos, sabe bem o que é esse sentimento da maternidade solo. Mãe de um pequeno de 11 meses, ela sempre sonhou em se tornar professora, mas precisou de muito trabalho e superação para administrar tudo.

Segundo uma publicação que fez em seu perfil no Facebook, nada é impossível, basta apenas escolher progredir. Residente no Paraguai, a jovem demonstrou o tamanho da felicidade, e não é à toa, foi preciso muita resiliência e esforço para conseguir alcançar seus objetivos. Amelia vendia sopa e salgados nas ruas da sua cidade para pagar os estudos e sustentar seu filho, segundo explicou em entrevista ao jornal La Nación.

Direitos autorais: reprodução Facebook/Amelia Ruiz Villaverde.

O salgado que vendia é chamado de chipa, feita de polvilho e queijo, também vendido em algumas regiões do Brasil com o mesmo nome, principalmente nas regiões fronteiriças.


Amelia conquistou seu diploma depois de muita batalha, de passar angústia, frio e de muito chorar, acreditando que não existia formas de sair daquela situação. Em muitos momentos, ela duvidou se aguentaria tudo aquilo, mas descobriu, ao longo do tempo, que dependia apenas dela.

Direitos autorais: reprodução Facebook/Amelia Ruiz Villaverde.

Direitos autorais: reprodução Facebook/Amelia Ruiz Villaverde.

Direitos autorais: reprodução Facebook/Amelia Ruiz Villaverde.


Amelia recebeu apoio da família e precisou gerir muito bem o tempo, sem isso teria sido impossível se formar. A jovem ainda acredita que tudo, mais cedo ou mais tarde, se concretiza e que, no fim das contas, sempre vai surgir a oportunidade de cumprir nossos objetivos. Mas que a maior parte dessa conquista vai depender de cada um; é preciso acreditar na sua vitória.

Formada, agora ela pode se dedicar a trabalhar em sua área, que sempre a motivou muito, o ensino infantil. Dar aulas para crianças, de acordo com Amelia, é uma das melhores coisas que existem, já que os docentes têm contato com a pureza e a inocência delas.

 


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