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“Vi meu rosto latino.” Salma Hayek confessou emoção ao se ver como super-heroína pela primeira vez

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A atriz revelou a emoção que sentiu ao ver a diversidade de artistas em um filme dessa magnitude, mostrando que o universo cinematográfico está se renovando.

A diversidade já vem ganhando espaço há alguns anos, tanto em pautas do dia a dia quanto em representatividade artística. Membros de minorias sociológicas se empenham em mostrar ao mundo que querem e têm o direito de ocupar os mesmos espaços que os demais indivíduos, e que isso não deve ser encarado como um favor, mas como um dever.

Desta vez, quem mostrou que está compreendendo a necessidade de inserir novas realidades foi a Marvel, que lançou recentemente o filme “Eternos”, com grandes nomes do cinema, como Salma Hayek e Angelina Jolie. Além de mostrar que os personagens são diversos, retratando o primeiro super-herói homossexual (Brian Tyree Henry, Phastos) e a primeira super-heroína surda (Lauren Ridloff, Makkari) das telonas, também decidiram estender essa diversidade ao elenco.

Muitos se surpreenderam ao perceber a escolha de um ator sul-coreano, um paquistanês e uma mexicana para grandes papéis no Universo Cinematográfico Marvel. Levantando muitas críticas e confirmando que o estúdio está aqui para acompanhar o movimento da diversidade existente, o filme está em cartaz nos cinemas e já dividiu opiniões do público.

Em uma coletiva de imprensa, antes do lançamento oficial de “Eternos”, a atriz mexicana Salma Hayek, de 55 anos, mostrou-se extremamente comovida ao falar sobre a importância de seu papel, tanto na indústria cinematográfica quanto em sua vida. Além de ser a primeira super-heroína latina, ela interpreta Ajak, uma personagem que nos quadrinhos era homem, mas que nas telas ganhou outra dimensão.

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Direitos autorais: Reprodução Instagram/ @salmahayek.

Na entrevista, Salma explica que, assim que viu seu rosto moreno, latino, na fantasia de super-herói, viu o rosto das outras meninas, percebeu que uma porta estava se abrindo, e que todos os latinos estavam caminhando juntos. Ela ainda explicou que, nesse primeiro contato que teve com sua personagem, não conseguiu conter a emoção e caiu no choro.

Sentindo-se poderosa e com uma grande missão, a atriz explica que Ajak, sua personagem, é uma líder dos Eternos, sendo a única capaz de se comunicar com os Celestiais. Com o objetivo de supervisionar todos os outros seres extraordinários, poderosos e inteligentes, ela tenta manter o equilíbrio do grupo, agindo como uma líder que abraça cada um como uma mãe.

Para Salma, o que está em jogo neste novo filme da Marvel é o que sempre acaba sendo pontuado: o fim do mundo. Mas, neste filme em particular, a atriz enxerga que Chloe Zhao se apropriou da narrativa quase como se estivesse filmando sua visão, como se tudo fosse extremamente pessoal, como em um filme independente, com a diferença de que era uma megaprodução.

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Tomada de receio em interpretar uma personagem tão importante, sábia e poderosa, em um universo que muitas pessoas acompanham, de grande produção e investimento, Salma preferiu não falar dos seus medos, mas aguentar o máximo que conseguisse, tanto que um dos momentos mais significativos para a atriz foi quando precisou montar em um cavalo, sendo que há alguns anos sofrera um grave acidente com cavalos. Ela escolheu se livrar de seus medos e entrar na personagem o máximo possível.

Salma segurou as pontas até o momento em que se viu vestida de heroína na tela, quando percebeu que precisava ter coragem para sonhar grande. Ela explica que uma porta foi aberta, mas que ela, felizmente, não entrou sozinha, junto foram vários outros latinos que ansiavam por este momento.

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Além de ser considerado um dos filmes da franquia de maior representatividade e diversidade, a produção também abriu caminho tanto para grandes nomes da indústria, que até já ganharam o Oscar, como para novos artistas, estreando nesse meio. Salma revela que Ajak era uma mediadora, e que essa característica vai acabar levando consigo, sempre ouvindo e pontuando as relações para que se fortaleçam.

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