A vida é frágil…

2min. de leitura

Um café da manhã reforçado, trânsito e corrida contra o horário. Dia atribulado, almoço fora do horário e tarde que passa lentamente. Céu que anoitece, cama pronta e sono acumulado.



É interrompido com uma colisão do próprio carro.

Acorda com a luz da lanterna no olho, pessoas de branco em volta e tubos pelo corpo. Sente frio, não escuta vozes familiares e tem medo. O teto é a paisagem, o choro é contido e perde a voz.

Aqueles últimos segundos de consciência o levam as pessoas amadas. Sente o perfume, o calor do abraço e fecha o olho.


Casa bagunçada, fotos em porta retrato e louça suja. Porta do armário aberta, roupa pendurada e computador ligado. Livros espalhados, mochila aberta e caneta fora do estojo.

Espaço vazio e um silêncio.

Silêncio que dói e chora.


Os dias passam e a falta caminha junto.

Uma ausência que se torna rotina, uma saudade que não é esquecida e um amor fortalecido.

Amor que não tem fim.

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