“a vida é mais do que um salário de cinco dígitos na conta.”

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Quanto você está disposto a pagar pela tal felicidade?

A correria do dia a dia  está ficando cada vez mais difícil de ser driblada. Família, trabalho, faculdade, contas e mais contas para serem pagas, temos que correr contra o tempo para dar conta de tudo. Temos que nos desdobrar para ser um bom pai ou uma boa mãe. Temos que trabalhar diariamente para dar o melhor aos nossos filhos. Temos que manter a chama do casamento acesa. Temos que fazer faculdade para ser alguém na vida.



O que é ser alguém na vida? Ter uma boa profissão? Ser bem-sucedido? Ganhar muito dinheiro? Qual é o verdadeiro significado da palavra felicidade?

Infelizmente, em meio a tantas obrigações, esquecemos que a felicidade não é questão de “ter” e sim de “ser.”

“A vida é mais do que um salário de cinco dígitos na conta. ”

Trabalhar, estudar, e cuidar da família são tarefas das quais não podemos fugir. Faz parte da vida de qualquer ser humano. Mas em alguns momentos, é necessário sairmos da rotina.


Sabe aquela atividade que você tem prazer em fazer? É necessário que faça. Uns gostam de assistir a filmes e séries. Outros gostam de ler, escrever, ou sair para correr.

Se pararmos para pensar, vivemos diariamente em função das rotinas diárias, cumprimos prazos e horários. É incrível como conseguimos encontrar tempo para tudo, menos para nós mesmos.

É necessário que encontremos uma rota de escape, algo para nos desligarmos das obrigações do cotidiano. 

Conheço pessoas que saem com os amigos pensando no relatório de segunda-feira. Conheço pessoas que almoçam checando seu e-mail a cada 10, 15 minutos.


Conheço pessoas que vivem para trabalhar e estudar, e acabam esquecendo-se do mais importante, viver.

Quanto você está disposto a pagar pela tal felicidade?

Não estou falando que você deve parar de trabalhar, trancar a faculdade, ou deixar de dar atenção para sua família, mas aprenda que, antes de nos doarmos às coisas ou às pessoas, temos que aprender a cuidar de nós mesmos.

Como serei uma boa funcionária se estou sempre sobrecarregada? Como serei uma boa mãe ou um bom pai, se não tenho tempo para meus filhos? Como serei um bom esposo ou uma boa esposa se não encontro equilíbrio entre a vida pessoal e afetiva? Como serei feliz na vida pessoal se estou sempre preocupada com a vida profissional?

Como diz minha velha avó: “O tempo quem faz é gente”.

Então que sejamos mais sábios com nosso tempo.

Que saibamos nos doar por inteiro aos nossos anseios sem nos esquecermos das pessoas que amamos. Que encontremos equilíbrio e paz de espírito para lidarmos com as adversidades do dia a dia. E, acima de tudo, que encontremos a alegria de viver nas coisas mais simples.

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Direitos autorais da imagem de capa: opolja / 123RF Imagens

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