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Você está em campo. Então, jogue pela vida!

você está em campo

Eu não conheço muito bem as regras deste jogo que se chama vida. Uns dizem que é uma batalha, outros, uma dádiva. Há quem diga que é uma guerra em que o fim é a melhor parte tanto para quem ganha, quanto para quem perde.



Eu já acredito que a vida, é simplesmente a vida. Cada um tem suas divagações sobre ela, mas a luta não é para todos. Há situações em que a luta pode se tornar vã, vazia, com derramamento de lágrimas e esforços sem tanto sentido.

Que os desafios aparecem, ah sim, eles existem. Que algumas dores perduram, sem dúvidas. Que sorrir em meio a algumas situações é quase impossível, já aconteceu comigo. Mas não sou a única. E como é difícil contar as graças, as risadas, os momentos únicos vividos quando o placar do jogo não quer virar a nosso favor.

Vamos combinar uma coisa? Que tal parar de dizer que não é fácil. De remoer dificuldades. De achar que o mundo está contra você, ou contra mim.


É uma batalha para conseguir emprego. Um esforço para emagrecer. Um tormento viver em família. Uma desgraça tentar encontrar alguém para ter um relacionamento ou mantê-lo com quem a gente quer…

O que você anda fazendo para que a sorte esteja ao seu lado? Em uma hora dessas, pegue um banquinho, fique na plateia e faça uma retrospectiva do jogo. Será que não foi você que o fez ser tão competitivo ou está no time errado? Pois é, dá tempo de mudar as regras. E de time!

Antes o meu hino em campo era: “… ainda que eu ande pelo vale das sombras da morte, não temerei.” Depois, eu escolhi cantar: “Pelos prados e campinas verdejantes eu vou.” Porque enquanto eu estiver neste jogo chamado vida eu não quero nem vale de sombras e nem morte.


Enquanto o que eu quero não chega…

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