Você pensa antes de falar?

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Aquela expressão “pronto falei” virou uma bengalinha. Uma frase de apoio quando a trava da língua está com problemas técnicos.

Ela pode ser usada quando se tem intimidade com quem vai escutar, digo muita intimidade mesmo!



Quando se conhece o quão bem estruturado é o psicológico da pessoa, quando existe descontração na situação e quando você está pronto para enfrentar a reação de quem escuta.

O problema é que intimidade e empatia tem que andar juntas, de mãos dadas e grudadinhas, senão, a chance de “dar ruim” é bem grande.

Essa liberdade de expressão e atitude que alguns dizem que têm, pode não passar de falta de limites, para não dizer falta de educação.

O mundo parece que anda sem controle do número de vagas para este tipo de pessoa. Ele andou dando liberdade demais e travas de menos, assim temos:


– Profissionais que se acham íntimos e destratam e humilham clientes com comentários desnecessários.

– Chefes com seus egos super inflados, que raciocinar antes de falar não está na lista de exigências ao cargo.

– Amigos que se acham no direito de dizer o que pensam.


– Pessoas língua frouxa que falam mais do que devem.

– Colegas que se acham íntimos e ultrapassam as fronteiras da elegância.

Os diálogos andam cheios de comentários desnecessários e vazios de empatia.

Pensar antes de falar, saber o seu grau de intimidade com a pessoa e se colocar no lugar de quem vai escutar, é muito?

Não, para quem tem empatia. Muito, para quem precisa reler este texto ou então ser o ouvinte de um #prontofalei.

Por Cintia Almeida, que insiste nas regras de boa convivência.

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Direitos autorais da imagem de capa: Kristina Flour on Unsplash

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