FelicidadeMensagem de Reflexão

Você quer ser feliz ou quer ser aceito?

ser feliz e o que importa
Hoje, enquanto estava parada no trânsito em uma das paisagens mais bonitas do Rio de Janeiro (para mim, claro): o pão de açúcar ao fundo com todos os barquinhos na Praia de Botafogo estrategicamente posicionados e o sol reluzindo no mar, um cena em especial me chamou atenção.


Um homem, em cima de um banco desses de concreto que ficava no canteiro central olhava a paisagem, abria os braços – como se quisesse abraçar toda aquela beleza e finalmente olhava para o céu e sorria, dizendo alguma coisa que eu obviamente não consegui entender, mas parecia que agradecia por tanta beleza, por poder presenciar aquele momento.

Por outro lado, pessoas apressadas passavam naquele mesmo local, olhando torto para o homem em cima do banco. Outras simplesmente nem reparavam no homem ou na paisagem e seguiam apressadas para atravessar a rua ou para ir para o ponto de ônibus.
Há alguns anos, certamente eu repetiria alguns desses comportamentos: andar mais apressada, ignorar o homem ou até mesmo criticá-lo. Afinal, onde já se viu alguém ficar em cima do banco com aquela cara de feliz apreciando a natureza? Não existe tempo para isso!

Hoje, observando a cena, eu achei curioso como as coisas mudam e como a gente muda! Hoje eu olhei com estranhamento justamente para as outras pessoas que eram como eu já fui um dia. Onde já se viu não ter tempo de olhar a natureza? De ser grato por aquela paisagem que está ali para ser apreciada sem eu ter que pagar nada? De abrir os braços e querer abraçar o mundo?
Esses dias eu estava na rua indo resolver alguma coisa e estava ouvindo uma das minhas músicas favoritas enquanto esperava o sinal fechar para atravessar. E ali, ouvindo a  minha música favorita, comecei a dar uns passinhos de dança e quando me vi estava dançando no meio da rua! Discretamente, mas dançando. Coisa que eu nunca imaginei que seria possível. Afinal, ninguém dança na rua, certo? Errado.

Certamente, muitos dos motoristas e dos outros pedestres me acharam louca ou acharam graça. Sem dúvida, eu chamei atenção. E isso aconteceu, porque as pessoas não estão acostumadas a serem espontâneas e felizes. As pessoas estão acostumadas a serem o que tiverem que ser para serem aceitas, ainda que isso signifique ser infeliz.
 
Quem disse que não se pode dançar na rua? Ou apreciar uma paisagem? Ou abrir os braços e olhar para o céu em agradecimento pela vida? Pode! E pode muito! E é de graça! E por que não fazemos? Porque temos medo: de ser diferentes, de sermos julgados, de não sermos aceitos… 
 

E depois que eu me peguei dançando, enquanto esperava o sinal fechar, eu achei graça. Achei graça, porque tudo depende da nossa perspectiva. Achei graça, porque hoje eu me preocupo muito mais em ser feliz do que ser aceita. E ser feliz é poder ouvir sua música favorita e dançar, num dia comum, no meio da rua, esperando o sinal fechar.

 

 

Fonte: Escrito por Priscila Roma vida priscilaroma.com.br


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