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Vovô de 83 anos, com sangue raro, já fez mais de 1.000 doações e salvou a vida de 2 milhões de bebês!

James Harrison, conhecido como o “homem do braço de ouro”, por 60 anos se dedicou à doação de sangue. Impressionante!



Todos sabemos da importância da doação de sangue. A todo momento, vemos campanhas dos organismos responsáveis pedindo colaboração, e também podemos receber pedidos de pessoas que conhecemos com certa frequência, para ajudar alguém que precisa dessa colaboração para se manter vivo.

A doação de sangue é o motivo pelo qual muitas pessoas ainda estão vivas. Este é o caso do australiano James Harrison, que resolveu retribuir essa grande ajuda de uma forma incrível, e há 60 anos vem ajudando a salvar a vida de milhões de bebês.

Sua história foi contada em um artigo do The New York Times. Aos 14 anos, James precisou passar por uma cirurgia, a qual exigia grande quantidade de sangue. Com apoio de todos que doaram em seu favor, tudo deu certo e ele pôde se recuperar.


Esse foi um episódio marcante em sua vida, que lhe despertou profunda admiração pela doação de sangue. Portanto, Harrison fez um compromisso consigo mesmo de também apoiar a causa, e assim que se tornou adulto, começou sua trajetória de doações.

Direitos autorais: reprodução Facebook/Australian Red Cross Lifeblood.

Foram 60 anos dedicados a doar sangue em toda a Austrália, com intervalo de semanas entre uma e outra.

No entanto, Harrison não era apenas um doador comum. Os médicos descobriram que o seu sangue continha um raro anticorpo, que era necessário para criar um medicamento pioneiro contra uma doença potencialmente fatal em bebês.


O remédio criado com seu sangue se chama Anti-D, e desde 1967 teve mais de 3 milhões de doses aplicadas em mulheres grávidas, segundo funcionários da Cruz Vermelha Australiana, e ajudaram a salvar a vida de mais de 2,4 milhões de bebês.

Harrison, que também é conhecido como “homem do braço de ouro”, fez sua última doação em maio de 2018, aos 81 anos. As autoridades médicas da Cruz Vermelha decidiram que, devido à sua idade, era melhor suspender as doações para proteger sua própria saúde.

Direitos autorais: reprodução Facebook/Australian Red Cross Lifeblood.

Sem as injeções de Anti-D, que conta com sua participação, bebês com certos tipos de sangue diferentes dos das mães podem desenvolver doença hemolítica do feto e do recém-nascido, potencialmente fatal, segundo a Cruz Vermelha.

A porta-voz da organização, Jemma Falkenmire, disse que a Cruz Vermelha e a Austrália nunca poderão agradecer a James suficientemente e acrescentou que é improvável algum dia encontrar outro doador disposto a assumir esse compromisso.

O vovô recebeu a Medalha da Ordem da Austrália por seu apoio de longa data ao Serviço de Sangue da Cruz Vermelha Australiana e ao programa Anti-D, e agiu com muita humildade.

Direitos autorais: reprodução Facebook/Australian Red Cross Lifeblood.

Sobre sua contribuição para os milhões de bebês salvos, Harrison disse que salvar um bebê é bom, 2 milhões é difícil de imaginar, mas que fica muito feliz por contribuir com isso.

Harisson é um grande homem, que sabe o significado de altruísmo. Que o seu exemplo seja sempre lembrado e valorizado, e que ajude a doação de sangue a ser cada vez mais popular, afinal, o mundo todo precisa dela!

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