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Vovô de 90 anos cozinha para mais de 300 moradores de rua há 15 anos!

Vovô de 90 anos cozinha para mais de 300 moradores de rua há 15 anos

Contando apenas com a ajuda de alguns voluntários, Dino Impagliazzo decidiu melhorar a qualidade de vida das pessoas que vivem em situação de rua em Roma.



Disposição é o que não falta ao simpático senhor Dino Impagliazzo, de 90 anos, ainda mais se for para fazer o bem. Ele nunca se importou em se doar para ajudar os outros, e o reflexo disso é o fato de que há 15 anos ele faz comida para aproximadamente 300 moradores que vivem pelas ruas de Roma, a capital da Itália.

Isso mesmo, são 15 anos dedicados ao ofício de ajudar o próximo, sem pedir nada em troca!

O trabalho de caridade do senhor Dino começou, por acaso, quando um morador de rua o encontrou perto da estação Tuscolana, em Roma, e lhe pediu um café.


Mas, naquele dia, há 15 anos, ele percebeu que aquele senhor necessitava de muito mais do que um café, mas de alimento de verdade e do mínimo de afeto. Foi então que ele teve a ideia de começar a distribuir alimento para os mais necessitados da região.

O idoso foi para casa e, acompanhado de sua esposa, Fernanda, retornou para as ruas com sacolinhas cheias de sanduíches para distribuir aos famintos que vagavam pelas ruas da cidade histórica.

Foi daí que ele decidiu fazer dessa distribuição de alimentos o seu compromisso frequente. Ele criou a associação RomAmoR e, três dias por semana, sai às ruas levando a comida que ele mesmo faz para os mais necessitados.

2Vovô de 90 anos cozinha para mais de 300 moradores de rua há 15 anos

Direitos autorais: reprodução Instagram/@danielecina1.


No início do projeto, as refeições eram preparadas na casa do próprio Dino e dos voluntários que, aos poucos, foram surgindo e apoiando a ideia do idoso. Mas, por sorte, algumas empresas também decidiram colaborar com a ideia, fazendo doações e, atualmente, a RomAmoR adquiriu uma cozinha maior para os voluntários prepararem as refeições.

Os ingredientes usados por ele nos pratos, nas sopas, por sinal, veem de padarias e supermercados, por exemplo, que fazem questão de contribuir.

Devido ao seu talento com a cozinha, Dino passou a ser chamado de “chefe dos pobres”. Marmitas são entregues em estações de trem Tuscolana e Ostiense e na Praça de São Pedro.

Atualmente, a RomAmoR conta com cerca de 300 voluntários e entrega cerca de 32 mil refeições anualmente, de acordo com seu site. Para Impagliazzo, sempre há espaço para crescer. A RomAmoR também passou a distribuir cobertores, roupas e produtos de higiene para aquecer as pessoas nas noites gélidas romanas.


“Tentamos envolver mais e mais pessoas para que Roma se transforme em uma cidade onde as pessoas possam se amar, sabe? É solidariedade”, concluiu o simpático chefe em entrevista à revista Reuters.

Que o exemplo de Dino sirva de lição para todos nós. Sempre há tempo de ajudar quem mais precisa, independentemente da idade ou condição financeira. Basta querermos!

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