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A arte de organizar: deixando ir o que não faz bem

Talvez, assim como eu, você já tenha pensado qual o motivo de guardarmos coisas que não são boas para nós.

A nossa casa é o nosso refúgio, nosso lugar de descanso, nosso reino.



Talvez seja também o nosso camarim: nela podemos tirar as fantasias e máscaras, lavar o rosto, descer do salto, colocar roupas confortáveis e olharmos para nós mesmos sem receio de críticas e avaliações.

Neste ambiente, faria sentido mantermos somente o que nos alegra, tem utilidade, traz beleza aos nossos olhos, suscita boas recordações e provoca sensações de prazer e acolhimento.

Então, por que guardamos tantas coisas inúteis, encardidas, quebradas e que já não fazem o menor sentido em nosso momento atual de vida?

Precisamos analisar que tipo de sentimento nós alimentamos ao nos cercar de objetos que não mais nos representam, se é que o fizeram algum dia.


Ponto alto desta incoerência: insistir em manter sapatos que nos machucam os pés. Sabe aquele sapato maravilhoso e totalmente desconfortável? Aquele que, se você usar, com certeza passará algumas horas de dor, postura corporal inadequada, machucados e muita, mas muita irritação? Talvez ele já tenha sido o motivo de você encurtar um passeio.

Qual a razão para mantermos em nosso armário algo que nos fere? Por que algo que me prejudica está na minha casa?

Organizar não é somente colocar as coisas em seus lugares. Organizar começa por saber escolher o que eu quero manter no meu lar.



Direitos autorais da imagem de capa licenciada para o site O Segredo: natalyastepowaya/123RF Imagens.

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