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Amo-te… Por isso vou amar-me mais!

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Há alturas em que até para uma pessoa consistentemente positiva é difícil dominar as emoções negativas – especialmente quando nos apaixonamos por alguém. Essa pessoa é tão especial para nós, que parece até inevitável nos sentirmos mal por causa dela.



É importante lembrar que quem cria a nossa vida somos nós, mesmo se tivermos aquela pessoa especial ao nosso lado. Porém, se algo de mal acontece dentro da relação, se há desentendimentos, tentamos culpar a outra pessoa desse mal que surgiu.

Todo o mal na nossa vida vem de nós. Quando algo de bom acontece, a norma é dizermos “eu criei isto”. Mas, quando problemas surgem, reconhecer a criação deles é difícil. Nas relações, é preciso ter-se um foco muito puro para manter a paz interior a maior parte do tempo.

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Não é difícil – porque baixar as guardas e rendermo-nos à Felicidade que espera por nós sabe muito melhor do que fecharmos-lhe a porta com inseguranças – só porque temos a mania que temos de ter razão.

Ter razão – um fator muito comum para o bloqueio do que desejamos na nossa vida.

Está na hora de deixar ser. Dar um tempo. Falar menos, muito menos. Não porque queremos evitar a outra pessoa, mas porque queremos focar-nos em nós. Se há negatividade no caminho, não é porque alguma coisa fora de nós aconteceu, sem a nossa interferência – mas porque nós criámo-la, mesmo sem saber.

Problemas são uma coisa boa, porque são nada menos que um INDICADOR. Indicam a nossa resistência ao bem que criamos, às melhorias que escolhemos no nosso relacionamento, tanto com o outro, como conosco mesmos.


Sempre que pedimos algo melhor, é como se o Universo pegasse e guardasse, e desde esse momento, por todo o lado há sinais de que não temos remédio senão deixar fluir.

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Por isso, não há razão nenhuma para culparmos os outros da nossa resistência às coisas boas no caminho. Apenas há motivos para agradecermos estes indicadores e pormos mãos à obra: há muita permissão a fazer. Seja a passarmos mais tempo a fazermos o que gostamos, ou a não fazermos nada de todo – temos que abrir espaço para o que nos eleva e inspira.

Mas só nós podemos deixar isso acontecer, e cada ato, cada palavra, cada pensamento conta. Por isso, antes de reclamares com quem está ao teu lado, e foi o espelho da tua própria resistência, diz: “eu amo-te, por isso decido amar-me mais.”


Quanto mais amor fores, mais amor recebes – de mais maneiras que podes imaginar!

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