Leonardo estaria impedindo reconciliação de Zé Felipe com Virginia
Resposta rápida
A volta entre Virginia Fonseca e Zé Felipe enfrenta obstáculos familiares e legais, especialmente devido a investigações da Polícia Federal envolvendo as empresas da influenciadora e o impacto no nome do cantor. As movimentações financeiras suspeitas em empresas relacionadas a Virginia complicam ainda mais a situação.
Resumo do conteúdo
O que se sabe
FAQ editorial
A possibilidade de uma volta entre a Virginia Fonseca e o cantor sertanejo, sonho de muitos fãs do antigo casal, pode estar cada vez mais distante. A retomada da relação não dependeria apenas de algum sentimento que ainda pudesse existir entre os dois. Neste cenário, somente o amor não seria suficiente.
Isso porque, no entorno familiar de Zé Felipe, haveria uma grande preocupação com a ligação do cantor ao nome de Virginia Fonseca, especialmente em um momento em que a Polícia Federal observa a influenciadora.
A apuração não estaria voltada para números de seguidores, alcance ou impressões no universo digital, mas para as contas das empresas dela e para transações milionárias realizadas, principalmente, nos últimos dois anos.
O principal entrave para uma eventual reconciliação seria Emival Eterno da Costa, conhecido nacionalmente como Leonardo. Ex-sogro de Virginia, o sertanejo temeria que a influenciadora colocasse o filho em uma situação complicada, já que o nome de Zé Felipe também aparece nas investigações por causa da Talismã Digital, empresa que ele manteve em sociedade com a ex-mulher até a separação.
O braço digital do conglomerado de mesmo nome, construído por Leonardo e pela mulher, Poliana, apareceu nas mais de 500 páginas do relatório da CPI das Bets, entregue aos senadores no ano passado. Embora o documento não tenha resultado em desdobramentos diretos naquele momento, teria sido a partir dele que as apurações da Polícia Federal começaram a avançar.
Com esse contexto, fica mais claro o motivo que teria levado Zé Felipe a entrar rapidamente com o pedido de divórcio e com a partilha de bens pouco tempo depois do anúncio da separação. Grande parte desse movimento teria sido conduzida por Poliana, mãe do cantor e sócia nos negócios, empresas e fazendas de Leonardo. Ela só teria se tranquilizado quando o nome do filho deixou de aparecer nas sociedades mantidas com a ex-nora.
Pelo menos 38 empresas ativas estão registradas em nome de Virginia Fonseca. Elas foram criadas entre 2021 e 2026, sendo quatro delas abertas após a separação de Zé Felipe. A maior parte, porém, surgiu entre 2023 e 2024, período em que a influenciadora passou a integrar a sociedade da We Pink.
Ao lado do casal Samara Cahanovich Martins e Thiago Stabile, além do chinês Chaopeng Tan, Virginia se tornou sócia e rosto de um império cor-de-rosa que, segundo números declarados pela própria empresa de cosméticos, faturou mais de R$ 1 bilhão em 2025.
O valor, considerado impressionante para uma marca com quase quatro anos de atuação no mercado, também teria chamado a atenção dos investigadores, conforme apuração da revista “Piauí”. Antes disso, porém, as movimentações bancárias da Talismã Digital já haviam levantado questionamentos.
Em 2024, a Talismã Digital recebeu R$ 22,4 milhões em apenas sete meses. No mesmo ano, a WPink Suplementos, outro braço dos negócios de Virginia, movimentou R$ 43,6 milhões em um período considerado curto e passou a chamar atenção do COAF, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras.
No caso da Talismã, a empresa ainda pertencia a Zé Felipe e à então esposa. A justificativa apresentada pelos advogados da influenciadora é que o valor se refere a “campanhas publicitárias devidamente contratadas.”
O repasse foi realizado por uma empresa chamada AMP Pay Marketing e Negócios, inscrita no Simples e existente no mercado desde 2023.
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