Comportamento

Mãe senta-se no chão de loja e chora depois de filho de 2 anos cuspir nela

Depois de passar por uma situação bastante desconfortável com o filho, a única reação dessa mãe foi chorar.



A maternidade é uma experiência de vida incrível, que nos transforma como mulheres, trazendo muita alegria e completude. No entanto, também tem os seus desafios.

A experiência que uma mãe viveu com um filho enquanto passeava por uma loja de brinquedos retrata a realidade de muitas mães no mundo todo, que convivem diariamente com o sentimento de cansaço.

À Revista Crescer, Bertha Melmam Brunchport contou a situação que testemunhou quando foi trocar os presentes que o filho ganhou no aniversário. Logo que chegou à loja, percebeu que uma criança pequena falava muito alto. Ela a encontrou junto à mãe, no fundo do estabelecimento, e percebeu que a mulher desconhecida estava passando por um momento bastante complicado.


Lotada de sacolas, bolsas e carregando o carrinho de compras, a mãe lutava para manter o filho sob controle, mas sem sucesso. O menino, de 2 anos, queria colo e chorava muito.

Ela tentava lhe explicar que, naquele momento, não poderia carregá-lo, mas ele não compreendia.

Irritada, a criança se jogava para trás e para a frente, e batia as pernas. Em determinado momento, no auge da irritação, começou a xingar a mãe e a cuspir nela.

Bertha, que já não estava mais conseguindo prestar atenção na troca dos presentes do filho, colocou-se no lugar da mulher, lembrou-se de que já tinha passado por situações parecidas, e decidiu ajudar a mulher, que estava sendo alvo de olhares de julgamentos de pessoas que pareciam julgar suas atitudes.


Em determinado momento, a mãe simplesmente se sentou no chão da loja, largou tudo o que segurava e começou a chorar, soluçando inclusive, visivelmente cansada e sem forças. Nesse momento, Bertha foi em sua direção e lhe perguntou se poderia abraçá-la. Ela aceitou e ficaram juntas por alguns minutos.

A gerente contou que a mãe lhe dizia o tempo todo que estava exausta e precisava dormir. Além do menino, que a acompanhava, é mãe de um bebê, que na época tinha 3 meses, e não dormia bem. Ela tinha ido ao shopping, com o filho mais velho, para tentar relaxar, enquanto o marido havia ficado em casa, com a menina.

No desabafo, a mãe dizia que estava fazendo tudo errado e se desculpou pelo comportamento da criança. Bertha lhe entregou um lencinho, limpou seu rosto com cuidado e disse que as mães erram tentando acertar, e que estava tudo bem.

Enquanto estavam juntas, uma das vendedoras distraiu a criança com um brinquedo e levou um copo de água para a mãe.


Quando o menino se acalmou, a mãe, que não parecia muito melhor, respirou fundo, levantou-se, agradeceu a Bertha pelo apoio e foi embora.

Aquela situação a fez repensar sobre a realidade das mães, e se perguntou como as coisas seriam, se as pessoas se ajudassem mais e, em vez de julgar, estivessem sempre prontas para ajudar.

Betha disse que sabe que ajudou a mãe, mas que também ajudou muito a si mesma, e que refletiu muito sobre como as mães, de forma geral, precisam ser acolhidas.

Qual sua opinião sobre isso? Já passou por uma situação assim?


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“O perdão é a cicatriz da ferida emocional. Não esquecemos, mas não dói mais” (pe. Fábio de Melo)

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