Polícia Civil de Goiás prende jovem suspeito de extorquir moradores de Uruaçu com páginas de fofoca nas redes sociais

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Lucas José dos Santos, suspeito de extorsão e difamação contra moradores de Uruaçu (GO) usando perfis falsos em redes sociais, foi preso em Piracicaba (SP) na última sexta-feira (29/6) pela Polícia Civil de Goiás. Ele exigia dinheiro para apagar ou não divulgar falsas publicações ofensivas.
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O que se sabe
FAQ editorial
A Polícia Civil de Goiás (PCGO) prendeu Lucas José dos Santos, de 23 anos, suspeito de cometer uma série de crimes de extorsão e difamação contra moradores de Uruaçu, em Goiás. Segundo a investigação, ele usava perfis falsos em redes sociais para atingir vítimas. A prisão ocorreu em Piracicaba, no interior de São Paulo, na última sexta-feira (29/6).
De acordo com a PCGO, o investigado criava páginas de fofocas para publicar falsas acusações envolvendo supostas traições, infidelidades, prostituição e outros conteúdos ofensivos à honra das vítimas. Depois, segundo a polícia, ele exigia dinheiro para apagar as publicações ou evitar novas divulgações, criando um clima de medo e constrangimento na cidade.
Em uma das capturas de tela divulgadas pela polícia, Lucas aparece negociando R$ 70 para divulgar uma informação sobre uma pessoa. Uma das páginas que teria sido moderada pelo suspeito se chamava Fofocas_uruaçu e trazia a seguinte descrição: “essa conta e o intuito de trazer informações”

Direitos autorais: Divulgação / PCGO
A página continua disponível no Instagram, mas todas as publicações foram removidas.
A prisão foi realizada pela Delegacia de Polícia de Uruaçu, durante a Operação Fidelidade Hackeada. Após as investigações, a Polícia Civil identificou o suspeito, pediu as medidas cautelares cabíveis à Justiça e deflagrou a ação com apoio da Polícia Civil de São Paulo (PCSP), o que resultou na prisão do investigado.
Lucas também aparece em outros 22 registros policiais relacionados a denúncias semelhantes. Os casos foram registrados em diferentes estados, incluindo Maranhão, Tocantins, Rio Grande do Norte, Piauí, Goiás e Mato Grosso.
A PCGO pediu autorização à Justiça para divulgar a imagem do investigado. Segundo a corporação, a medida tem como objetivo ajudar no reconhecimento do suspeito por possíveis vítimas e testemunhas.
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