Maria Eduarda morreu ao ser lançada sem corda em rope jump; três homens foram presos por homicídio com dolo eventual.

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Vídeos do acidente que matou Maria Eduarda em Limeira foram usados para prender três instrutores indiciados por homicídio com dolo eventual, e a Justiça manteve a prisão do trio.
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O que se sabe
FAQ editorial
Três vídeos registrados de ângulos diferentes do acidente que matou uma jovem de 21 anos, após ela ser lançada sem cordas de uma plataforma de rope jump em Limeira, no interior de São Paulo, foram utilizados pela Polícia Civil para embasar as prisões dos três instrutores indiciados por homicídio com dolo eventual. Neste domingo (14/6), a Justiça decidiu manter o trio preso.
Maria Eduarda Rodrigues de Freitas tinha 21 anos e trabalhava em uma academia. Depois da tragédia, o estabelecimento divulgou uma nota de pesar lamentando a morte da jovem.
“Maria Eduarda deixou sua marca por meio da dedicação, do carinho, da alegria e do respeito com que tratava todos ao seu redor. Sua presença iluminava os ambientes e sua lembrança permanecerá para sempre em nossos corações”, escreveu a unidade.
Pouco antes do acidente, Maria Eduarda chegou a compartilhar registros do passeio nas redes sociais. Em uma publicação feita por volta das 7h30, ela mostrou uma imagem do local e escreveu: “Quem foi o doido que deixou eu vir pular de uma ponte?”.
A jovem morreu em decorrência de politraumatismo, após cair de uma altura de aproximadamente 40 metros da Ponte do Esqueleto. A Prefeitura de Limeira atribuiu ao governo federal a responsabilidade pela falta de fiscalização, manutenção e controle de acesso à estrutura.
Três homens que aparecem nas imagens arremessando a jovem da ponte foram presos e indiciados por homicídio com dolo eventual. Isso significa que, segundo a investigação, eles teriam assumido o risco de causar a morte, mesmo sem intenção direta de matar.
Os três presos foram identificados como Maicon Fernandes Cintra, de 42 anos; Luis Felipe Feliciano Egoroff, de 32; e Vitor de Freitas Gonçalves, de 27.
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