segunda-feira, 15 de junho de 2026
Dólar R$ 5,063 +0,07%
Euro R$ 5,855 +0,09%
CLUBE OS

Mulher que abrigou falsa criança se manifesta sobre caso e diz: “Não posso me arrepender”

Mulher de 38 anos se passou por criança em Joinville e viveu 14 meses como filha adotiva; defesa pede exame mental

Avatar De Ana CarolineAna CarolineNotícias15/06/2026 às 12:56

Mulher Que Abrigou Falsa Criança Se Manifesta Sobre Caso E Diz: &Quot;Não Posso Me Arrepender&Quot;
Foto: Divulgação / Policia Civil

Tatiane da Silva, uma das vítimas da mulher de 38 anos que se passava por uma menina de 12 anos, falou sobre o caso em entrevista ao Domingo Espetacular, da Record. Durante o relato, ela afirmou que não se arrepende de ter agido com bondade diante da situação.

A mulher que teria fingido ser uma criança está presa. Ela é acusada de falsidade ideológica e estelionato.

Eu não posso me arrepender de ter sido boa. Eu não posso me arrepender de ter ajudado. Eu não posso me arrepender de ter estendido a mão, Tatiane da Silva, uma das vítimas

Desde o dia 2 de junho, a mulher de 38 anos está em prisão preventiva. A defesa informou que solicitou a realização de um exame para avaliar o estado de sanidade mental dela.

A suspeita foi presa em Joinville, em Santa Catarina. Segundo a investigação, ela teria se passado por uma criança de 12 anos e vivido como filha adotiva de uma família por mais de um ano.

De acordo com a polícia, a mulher chegou até a família depois de procurar uma igreja. Na ocasião, ela teria contado ao pastor que fugia de maus-tratos. Sem apresentar documentos e se identificando como adolescente, acabou acolhida pela comunidade religiosa, que também passou a ajudá-la financeiramente.

A mulher viveu por 14 meses como filha adotiva. A família acreditava estar recebendo em casa uma menina que teria fugido do Pará por causa de maus-tratos. Nesse período, ela dizia se chamar Gabriele e era tratada como menor de idade dentro da residência.

A investigação aponta ainda que ela teria afirmado falsamente ter autismo e outras condições clínicas. Segundo os policiais, a suspeita também dizia que suas características físicas seriam resultado do uso forçado de hormônios na infância e relatava ter sido vítima de abuso.

Destaque-o e pressione Ctrl + Enter.

Cadastre-se para comentar

Os comentários continuam visíveis para todos. Para participar da conversa, crie sua conta do Clube OS e volte para esta matéria.

Cadastro gratuito Conta pessoal para participar Entrada rápida com Google ou Facebook Retorno direto para esta matéria

Liberar área de comentários

Conta gratuita Sem pagamento nesta etapa
Criar conta para comentar
Depois de entrar, recarregue a página para liberar o formulário.

PUBLICIDADE

Todos os campos são obrigatórios.