Mulher agride o marido após funcionária denunciar assédio em uma loja da Cacau Show; vídeo do caso viralizou e gerou repercussão nas redes

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Um vídeo com uma discussão e agressões envolvendo um casal na Cacau Show de Rio Branco (AC) viralizou, revelando denúncias de assédio na loja e acusações mútuas de agressão. Ainda não há registro oficial ou posicionamento da empresa sobre o caso.
Resumo do conteúdo
O que se sabe
FAQ editorial
Um vídeo que mostra uma discussão entre um casal dentro de uma loja da franquia Cacau Show, localizada no bairro Bosque, em Rio Branco (AC), ganhou grande repercussão nas redes sociais.
Nas imagens, a proprietária da unidade aparece em uma altercação com o marido, chegando a agredi-lo com tapas. Durante o expediente, ela também questiona os funcionários sobre uma possível traição. Em determinado momento, a empresária interroga uma funcionária chamada Carol a respeito da conduta do marido com outras colaboradoras da loja.
A atendente relata que já foi alvo de diversas investidas por parte do chefe. Carol conta que vinha sofrendo assédio e perseguição do superior há vários meses. Ela menciona ainda uma viagem de trabalho realizada no ano passado, quando recebeu mensagens insistentes do acusado.
Em um momento de desabafo, a funcionária gritou: “O tanto que você deu em cima de mim! O inferno que eu vivi aqui”.
Carol explica que permaneceu no emprego por necessidade financeira, para conseguir pagar as parcelas de um apartamento. A situação, segundo ela, tornou-se insustentável, mas a dependência econômica a manteve na função.
Enquanto isso, a empresária, em um gesto de apoio, tenta consolar a funcionária, dizendo: “Me perdoe, eu quero que você me entenda como mulher”.
Em seguida, a empresária agride o marido, chamando-o de “vagabundo”. Em um vídeo compartilhado nas redes sociais pelo Jornal Acre Diário, ela revela ter sido vítima de agressões e ameaças por parte do companheiro.
“Me bateu sexta-feira”, afirma, antes de arremessar um prato contra ele. A empresária ainda alerta: “Se eu aparecer morta, todo mundo está de prova que foi ele quem me matou, porque ele me ameaça de morte”.
Até o momento, não há registro formal de ocorrência policial relacionado aos casos mencionados, tampouco houve manifestação oficial da empresa ou das pessoas envolvidas. A situação permanece sob investigação e aguarda posicionamentos oficiais para esclarecimento dos fatos.
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