Camila Queiroz revelou que armazenou células-tronco da filha Clara após decisão consciente

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Camila Queiroz decidiu armazenar as células-tronco da filha Clara, coletadas no parto em dezembro de 2025, após muita pesquisa e conversa com sua obstetra. O procedimento, simples e seguro, visa potencial uso terapêutico futuro para a bebê.
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Camila Queiroz, de 33 anos, revelou nesta terça-feira (7) que decidiu armazenar as células-tronco da filha, Clara, fruto de seu relacionamento com Klebber Toledo, de 40. A coleta foi feita no momento do parto, em dezembro passado, a partir do sangue e do tecido do cordão umbilical. De acordo com a atriz, a decisão veio depois de muita pesquisa e conversas com sua obstetra, sempre pensando no futuro da bebê.
Ao falar sobre o assunto, Camila contou que o universo da maternidade já fazia parte de seus interesses antes mesmo da gravidez. Segundo ela, conteúdos sobre gestação, parto e cuidados com bebês sempre chamaram sua atenção.
“Desde antes de eu engravidar, quando eu só desejava ser mãe, eu sempre consumi todos esses conteúdos. Então, eu assistia a vídeos de relato de parto, de bolsa maternidade, dicas de como cuidar de uma criança. Enfim, hoje eu continuo assistindo, continuo gostando muito, claro que com um outro olhar”
A modelo explicou que a possibilidade de coletar células-tronco sempre despertou sua curiosidade. Com a gestação, ela passou a buscar mais informações sobre o tema e sobre os possíveis benefícios do procedimento. Ao relembrar esse processo, Camila destacou que conversou bastante com sua médica.
“Eu perguntei muitas vezes para a minha obstetra, fui atrás, me informei para caramba, e ela sempre me dava respostas muito otimistas, muito positivas, inclusive sobre estudos que ainda continuam acontecendo”
A atriz também mencionou que os avanços e pesquisas sobre o uso das células-tronco reforçaram sua percepção sobre o potencial da coleta.
“Então, hoje, a gente já tem milhares de transplantes que foram realizados e diversas aplicações das células-tronco. E essas pesquisas, como eu falei, ainda continuam sendo feitas, e isso só reforça o potencial da coleta das células-tronco”
Camila ainda deixou uma orientação para outros pais que estejam diante da mesma decisão. Ela recomendou que busquem informações, conversem com profissionais de saúde e avaliem o tema com calma.
“Para nós, foi uma escolha muito consciente, muito pensada e pensando principalmente no futuro da Clara. Mamães e papais que estão agora nesse momento de tomar essa decisão, deem uma pesquisada, perguntem para a obstetra de vocês, se informem mais”
A atriz também contou como foi a logística da coleta no momento do nascimento da filha. Segundo Camila, mesmo com o parto acontecendo tarde da noite, a equipe responsável chegou rapidamente e realizou o procedimento sem complicações.
“Meu parto foi bem tarde da noite, entrando na madrugada, e eles estavam lá rapidinho. Foi uma coleta feita no parto, de forma muito rápida”
Conforme explicou, as células-tronco podem ser retiradas do sangue e do tecido do cordão umbilical, material que, em muitos casos, seria descartado após o parto.
Ao comentar a experiência, Camila reforçou que o procedimento foi simples e não interferiu no momento do nascimento da bebê.
“É um processo muito simples, muito seguro, não tem risco nenhum nem para a mamãe, nem para o bebê. Eu praticamente nem vi a pessoa fazendo essa coleta”
As células-tronco coletadas podem ser utilizadas na regeneração de tecidos danificados e no tratamento de doenças graves, como leucemias, linfomas, anemias severas e falências medulares.
Elas também são consideradas relevantes para a medicina regenerativa, área que continua em estudo para possíveis aplicações em condições como Parkinson, Alzheimer e diabetes.
Clara nasceu em dezembro de 2025 e é a primeira filha de Camila Queiroz e Klebber Toledo. O casal decidiu preservar a imagem da menina nos primeiros meses de vida e só mostrou o rosto da bebê publicamente em maio deste ano.
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