Defesa de Rodrigo Faro se manifesta após condenação em processo envolvendo uma professora idosa

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Rodrigo Faro foi condenado em primeira instância junto à empresa Triê Soluções Financeiras por responsabilidade solidária em um caso envolvendo uma professora idosa, mas sua defesa afirma que a decisão será revertida nos recursos já protocolados.
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FAQ editorial
A defesa do apresentador Rodrigo Faro pronunciou-se oficialmente sobre a condenação judicial que envolve o comunicador, a empresa Triê Soluções Financeiras e uma professora idosa de São Paulo.
Em nota encaminhada à coluna do jornalista Daniel Nascimento, o advogado Dr. Marcos Vinicios F. Oliveira questionou a decisão proferida em primeira instância e declarou estar plenamente convicto de que a sentença será revertida.
De acordo com o defensor, a condenação não encontra respaldo jurídico porque Rodrigo Faro teria sido contratado exclusivamente para participar das campanhas publicitárias como garoto-propaganda.
A defesa argumenta que o apresentador não possui nenhuma responsabilidade operacional pelas atividades desenvolvidas pela Triê, não faz parte do quadro societário da empresa e também não exerce qualquer poder de administração sobre os contratos assinados pela assessoria.
O advogado confirmou que esse é o único processo no qual houve condenação em primeira instância e comunicou que os recursos previstos pela legislação já foram devidamente protocolados.
A equipe jurídica de Faro destacou que mantém absoluto respeito pelo Poder Judiciário e afirmou aguardar com tranquilidade a análise do caso pela segunda instância, na expectativa de que a sentença seja integralmente reformada.
A manifestação da defesa ocorreu depois que o colunista Daniel Nascimento, do jornal O Dia, noticiou com exclusividade, nesta sexta-feira (10/07), que a juíza Ana Lucia Schmidt Rizzon, da Vara do Juizado Especial Cível de Itaquera, em São Paulo, julgou procedente a ação apresentada pela professora idosa.
Na sentença, a magistrada aplicou o princípio da responsabilidade solidária, previsto no Código de Defesa do Consumidor. Segundo a decisão, o comercial de televisão protagonizado por Faro, no qual ele utilizava sua imagem e credibilidade para divulgar os serviços da empresa, foi determinante para que a consumidora decidisse assinar o contrato.
O processo foi iniciado depois que a professora contratou os serviços da Triê sob a promessa de conseguir a redução dos juros considerados abusivos em um financiamento de veículo.
Entretanto, a empresa não teria repassado os valores necessários, situação que quase resultou na apreensão do automóvel da idosa. Com a decisão judicial, Rodrigo Faro e a companhia foram condenados ao pagamento de mais de R$ 23 mil. A quantia inclui R$ 15 mil por danos morais, além do ressarcimento das despesas materiais e dos honorários contratuais suportados pela consumidora.
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