Uma ex-funcionária de Murilo Benício processa o ator, alegando trabalho sem registro e pedidos inusitados

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Uma ex-funcionária processa Murilo Benício por cerca de R$ 300 mil, alegando trabalho sem registro, funções acumuladas e verbas rescisórias não pagas corretamente. Ela também afirma ter realizado tarefas para a família do ator, incluindo pedidos pessoais feitos por seu filho Pietro Antonelli.
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O que se sabe
FAQ editorial
Uma ex-funcionária de Murilo Benício levou o ator à Justiça trabalhista, cobrando cerca de R$ 300 mil após alegar ter trabalhado sem registro em carteira por anos. Segundo a reclamação, ela foi contratada em 2015 para atuar como auxiliar de escritório, dispensada em 2018, mas continuou prestando serviços até 2024 sem vínculo formal, conforme apuração da coluna Fábia Oliveira do portal Metrópoles.
Uma mulher que diz ter atuado por cerca de nove anos a serviço do ator Murilo Benício abriu uma ação trabalhista contra ele, alegando desvio e acúmulo de funções, jornadas extensas e verbas rescisórias pagas com atraso. A ex-funcionária relata ainda ter recebido pedidos considerados “bizarros” partindo de Pietro Antonelli, filho do ator.
Fontes relataram que a ex-funcionária exercia tarefas que ultrapassavam as atribuições previstas para o cargo. Segundo essas fontes, ela também prestava serviços à família do ator, incluindo Pietro Antonelli, filho de Murilo Benício, que atualmente interpreta um personagem na novela Quem Ama Cuida.
Ainda segundo o levantamento, entre as solicitações supostamente feitas por Pietro Antonelli estariam o pagamento de contas pessoais e o agendamento de consultas médicas, parte delas fora do horário comercial — o que reforçaria o argumento da ex-funcionária de que suas funções extrapolavam o que fora originalmente contratado junto a Murilo Benício.
Segundo a ex-funcionária, as tarefas exercidas configuram desvio e acúmulo de funções. Fontes ouvidas pela colunista Fábia Oliveira afirmam que o ator, que interpretou Tufão na novela Avenida Brasil, também teria deixado de quitar verbas rescisórias, e que o salário pago não seria compatível com o conjunto de serviços prestados.
Os R$ 300 mil cobrados na ação estariam ligados a benefícios trabalhistas não pagos em dia, entre eles horas extras e férias vencidas.
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