Monica Benini compartilha sua experiência na luta pela saúde da filha com síndrome nefrótica

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Monica Benini tem dedicado grande parte do seu tempo a pesquisar e buscar tratamentos para a síndrome nefrótica da filha Lara, focando não apenas nos sintomas, mas nas causas da doença. Ela acredita que entender fatores emocionais e comportamentais é essencial para fortalecer o tratamento e observa avanços positivos n...
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O que se sabe
FAQ editorial
Monica Benini contou que boa parte de sua rotina tem sido dedicada a encontrar respostas e novas possibilidades para o tratamento de saúde da filha caçula, Lara, de quatro anos, fruto de seu casamento com Júnior Lima. Diagnosticada com síndrome nefrótica, a menina motivou a mãe a aprofundar pesquisas sobre a condição e sobre os possíveis fatores que podem estar relacionados ao desenvolvimento da doença.
A revelação aconteceu na última terça-feira (28), depois que Monica abriu uma caixa de perguntas nos Stories do Instagram e recebeu questionamentos dos seguidores sobre como está o estado de saúde da filha. Embora costume manter discrição ao abordar o assunto, ela decidiu dividir parte da experiência que vem enfrentando nos últimos meses.
“Vocês sabem que eu sou um pouco sucinta nesse assunto, mas vou falar um pouquinho, porque nos últimos tempos — eu não mostro isso aqui, mas — a busca por profissionais para tratar a Lara; a pesquisa em relação à doença dela; e o que engatilha a doença dela tomam uma grande parte dos meus dias, todos os dias. Estou incansável”, afirmou.
Ao longo do desabafo, Monica explicou que seu objetivo não se limita ao controle dos sintomas da doença. De acordo com ela, existe um esforço constante para compreender quais fatores podem estar na origem da condição enfrentada por Lara e de que forma eles influenciam o quadro clínico.
“Acho que na nossa medicina tradicional tem uma tendência muito grande a enxergar a doença e tratar o sintoma, e não acho que isso faz grandes revoluções”, declarou.
Na sequência, ela reforçou sua visão sobre a necessidade de investigar as causas por trás de cada enfermidade.
“Acho que a gente precisa olhar para qualquer pessoa com qualquer doença e entender o que, de fato, está engatilhando aquela doença: ‘O que faz a minha filha ter a síndrome nefrótica?’. Assim, estamos buscando incansavelmente cuidar de todos os pilares que influenciam nela.”
A designer de joias também destacou que essa forma de lidar com questões relacionadas à saúde faz parte de sua personalidade há muitos anos.
Segundo ela, além de seguir rigorosamente os tratamentos indicados pelos médicos, considera essencial investigar as possíveis causas das doenças e compreender o funcionamento do organismo de forma mais ampla.
“E não acho que isso causa grandes revoluções. É uma característica muito minha de sempre ter sido muito inquieta quando o assunto é saúde. Então, a gente faz o tratamento que precisa ser feito, mas eu não consigo parar no lugar de ‘Você tem essa doença, então precisa tomar esse remédio’. Por que eu tenho essa doença? Por que que eu desenvolvi isso?”, questionou.
Em seguida, Monica ressaltou a importância de observar diferentes aspectos que podem influenciar a saúde da filha, considerando não apenas o corpo, mas também fatores emocionais e comportamentais.
“De que outro jeito, olhando mais o corpo como um todo, com as emoções e sentimentos, eu posso cuidar disso tudo para que essa doença perca a força e eu a vença?”, refletiu.
Mesmo diante das dificuldades impostas pelo diagnóstico, ela afirmou que já percebe resultados positivos durante o processo e disse seguir confiante na evolução da filha.
“A gente tem feito avanços muito maravilhosos, estou cheia de fé e muito incansável. Falo que é um trabalho de tempo integral, mas tem sido muito precioso”, concluiu.
A síndrome nefrótica é uma doença que compromete o funcionamento dos rins. Ela ocorre quando os filtros renais passam a eliminar uma quantidade excessiva de proteínas pela urina, provocando alterações importantes no organismo.
Entre os principais sintomas estão:
O tratamento varia conforme a causa da síndrome nefrótica e pode envolver o uso de medicamentos, acompanhamento com especialistas e monitoramento contínuo para controlar a evolução da doença.
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